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Covid-19: Brasil já confirmou dois casos da Deltacron, diz ministro

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Nova cepa combina características da Delta e da Ômicron


Pub­li­ca­do em 15/03/2022 — 10:55 Por Alex Rodrigues – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O min­istro da Saúde, Marce­lo Queiroga, con­fir­mou, hoje (15), que o Brasil já reg­is­tra dois casos de pes­soas infec­tadas por uma vari­ante do novo coro­n­avírus, a Deltacron.

A nova cepa com­bi­na car­ac­terís­ti­cas genéti­cas da Ômi­cron e da Delta e vem sendo mon­i­tora­da pela Orga­ni­za­ção Mundi­al da Saúde (OMS) des­de o iní­cio do mês, quan­do os primeiros casos foram iden­ti­fi­ca­dos na França.

“Nos­so serviço de vig­ilân­cia genômi­ca já iden­ti­fi­cou dois casos no Brasil. Um no Amapá, out­ro no Pará”, disse o min­istro a jor­nal­is­tas, ao chegar ao min­istério.

Queiroga desta­cou que, em um con­tex­to de pan­demia, no qual um vírus se espal­ha com maior facil­i­dade entre a pop­u­lação, se repli­can­do veloz­mente, as prob­a­bil­i­dades dele sofr­er mutações aumen­tam. Segun­do ele, isso demon­stra a importân­cia da pop­u­lação se vaci­nar.

“Esta vari­ante [a Deltacron] é con­sid­er­a­da de importân­cia e requer o mon­i­tora­men­to”, acres­cen­tou Queiroga, asse­gu­ran­do que, mes­mo com a “desacel­er­ação” do surg­i­men­to de novos casos da covid-19 em todo o país, as autori­dades san­itárias devem con­tin­uar vig­i­lantes.

“Tudo que acon­tece nos out­ros país­es, nós obser­va­mos. Mon­i­toramos todos os casos, e isto é fru­to do for­t­alec­i­men­to da capaci­dade de vig­ilân­cia genômi­ca no Brasil – [fru­to] dos fortes inves­ti­men­tos que o gov­er­no fed­er­al fez após a pan­demia”, acres­cen­tou o min­istro.

Assista na TV Brasil

De acor­do com o Min­istério da Saúde, entre a tarde de domin­go (13) e o fim da tarde de ontem (14), foram con­fir­ma­dos 11.287 novos casos de covid-19 no país, e 171 mortes em decor­rên­cia da doença.

Aos sába­dos, domin­gos e segun­das-feiras, os números con­tabi­liza­dos ten­dem a ser menores que os dos demais dias da sem­ana dev­i­do à difi­cul­dade das sec­re­tarias de saúde dos esta­dos e municí­pios repas­sarem infor­mações. Mes­mo assim, os resul­ta­dos gerais indicam uma mel­ho­ra da situ­ação.

Com este cenário, vários esta­dos e municí­pios já flex­i­bi­lizaram medi­das de con­t­role san­itário, como a obri­ga­to­riedade do uso de más­caras de pro­teção.

“O STF [Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al] dele­gou a esta­dos e municí­pios a pre­rrog­a­ti­va de, de maneira com­ple­men­tar à União, dis­por a respeito do uso de más­caras. Não se tra­ta de obri­gar as pes­soas a não usar más­caras, mas sim de des­o­bri­gar o uso. E isto depende do cenário epi­demi­ológi­co [local]. É pre­ciso faz­er isto de for­ma inteligente. Por exem­p­lo, mes­mo o número de casos estando desaceleran­do, é recomendáv­el con­tin­uar­mos usan­do as más­caras em hos­pi­tais. Pes­soas imuno­com­pro­meti­das e indi­ví­du­os que pas­saram por um trans­plante tam­bém”, final­i­zou o min­istro.

Ouça na Radioagência Nacional

Edição: Denise Griesinger

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