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Notícias falsas prejudicam buscas por Lázaro Barbosa, diz secretário

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Repro­dução: © Divul­gação Polí­cia Civ­il

Foragido possui condenação por homicídio, na Bahia, no DF e em Goiás


Pub­li­ca­do em 19/06/2021 — 12:58 Por Pedro Peduzzi — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília
Atu­al­iza­do em 19/06/2021 — 16:49

Mais de 200 poli­ci­ais par­tic­i­pam das bus­cas por Lázaro Bar­bosa Sousa na região de Cocalz­in­ho de Goiás. As ações são coman­dadas pela Sec­re­taria de Segu­rança Públi­ca de Goiás (SSP-GO), com a aju­da de equipes do DF e das Polí­cias Fed­er­al e Rodoviária Fed­er­al.

De acor­do com a SSP-GO, Lázaro é sus­peito de come­ter um quá­dru­p­lo latrocínio em Ceilân­dia, no DF, além dos crimes em Goiás. “Nos últi­mos dias, o indi­ví­duo inva­diu pro­priedades rurais da região do entorno, fez três pes­soas reféns e bale­ou out­ras qua­tro, entre elas, um poli­cial mil­i­tar. O PM, que foi atingi­do de raspão, chegou a ser lev­a­do ao Hos­pi­tal de Urgên­cias de Anápo­lis (Hua­na), mas já está em casa”, infor­mou a sec­re­taria.

Lázaro já pos­sui uma con­de­nação por homicí­dio, na Bahia, e é tam­bém procu­ra­do no DF e em Goiás por crimes de roubo, estupro e porte ile­gal de arma de fogo. A SSP-GO tem feito aler­tas sobre os pre­juí­zos que notí­cias fal­sas têm cau­sa­do para a inves­ti­gação, segun­do o chefe da pas­ta, Rod­ney Miran­da.

Em cole­ti­va de impren­sa fei­ta recen­te­mente, Miran­da disse que essas infor­mações fal­sas acabam fazen­do com que os inves­ti­gadores “deix­em de aten­der mais rap­i­da­mente uma infor­mação proce­dente, para aten­der uma que não tem relevân­cia”.

Segun­do ele, tais situ­ações têm provo­ca­do inter­fer­ên­cias na oper­ação. “É um prob­le­ma sim. Não só essa Fake News [de que Lázaro estaria em um cemitério], como out­ra de que ele já havia sido balea­do, que já esta­va mor­to. Tudo isso atra­pal­ha, porque não só a nos­sa Inteligên­cia, como as unidades de oper­ação, tem que checar. Às vezes a gente deixa de aten­der mais rap­i­da­mente uma infor­mação proce­dente, para aten­der uma que não tem relevân­cia”, ressaltou.

Miran­da disse que a situ­ação é “com­plexa, grave e de difí­cil res­olução”, mas que avanços têm sido obti­dos, con­tan­do com o reforço de 20 poli­ci­ais da Força Nacional de Segu­rança Públi­ca.

*matéria atu­al­iza­da às 16h49

Edição: Valéria Aguiar

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