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Bicentenário da Independência: as heroínas da guerra na Bahia

Repro­dução: © Agên­cia Brasil

Saiba mais sobre figuras femininas que lutaram com bravura


Pub­li­ca­do em 05/09/2022 — 09:53 Por Isabela Azeve­do — Repórter da Rádio Nacional — Brasília

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Na Bahia, o movi­men­to pela inde­pendên­cia começou em fevereiro de 1822. Sete meses antes da procla­mação por Dom Pedro, mas os por­tugue­ses se recusaram a sair da provín­cia e hou­ve uma guer­ra que durou até a expul­são deles, no dia 2 de jul­ho de 1823.

Uma das heroí­nas foi Maria Quitéria que fin­giu ser homem, usan­do o nome do cun­hado dela, sol­da­do Medeiros, e se alis­tou como vol­un­tária na guer­ra. Ela se desta­cou por sua bravu­ra, foi descober­ta, mas con­tin­u­ou lutan­do e chegou a rece­ber uma con­dec­o­ração de Dom Pedro I.

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Out­ra Maria, mas de origem muito mais humilde tam­bém se desta­cou: Maria Feli­pa. Ela lid­er­ou um grupo de 40 mul­heres que seduzi­ram os por­tugue­ses que anco­raram na ilha de Ita­pari­ca. Quan­do eles baixaram a guar­da, elas der­am uma sur­ra de cansanção, uma plan­ta de urtiga e con­seguiram expul­sar os inimi­gos.

Já Joana Angéli­ca foi a úni­ca das três que acabou mor­ren­do durante os con­fli­tos. Ao ten­tar defend­er o con­ven­to dos por­tugue­ses, que tin­ham instrução de ocu­par até mes­mo lugares reli­giosos, ela foi mor­ta a golpes de baione­ta, virou uma már­tir desse perío­do de guer­ra na Bahia e hoje é con­sid­er­a­da uma das heroí­nas baianas, jun­to com Maria Quitéria e Maria Feli­pa.

Edição: Alessan­dra Esteves

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