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Justiça substitui ordem de prisão de delegada por medida cautelar


Repro­dução: Mate­r­i­al apreen­di­do na casa da del­e­ga­da Adri­ana Belém — MPRJ/divulgação

Adriana Belém seguirá presa, no entanto, por outro pedido de prisão


Pub­li­ca­do em 06/09/2022 — 09:01 Por Dou­glas Cor­rêa – Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

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A Justiça do Rio de Janeiro decid­iu sub­sti­tuir uma das ordens de prisão con­tra a del­e­ga­da Adri­ana Belém por medi­das caute­lares, com o uso de tornozeleira eletrôni­ca. Ela, no entan­to, ain­da ficará pre­sa por um out­ro pedi­do de prisão pre­ven­ti­va dec­re­ta­da na Oper­ação Calígu­la, por cor­rupção.

A decisão é da noite de ontem (5), do juiz Mar­cel­lo Rubi­oli, da 1ª Vara Crim­i­nal Espe­cial­iza­da do Tri­bunal de Justiça do Esta­do do Rio de Janeiro. A sub­sti­tu­ição por medi­da caute­lar diz respeito à denún­cia de lavagem de din­heiro — a del­e­ga­da foi deti­da em maio com R$ 1,8 mil­hão em casa.

Na decisão, o juiz rat­i­fi­cou o rece­bi­men­to da denún­cia pelo crime de lavagem de din­heiro. E, ao anal­is­ar o pedi­do da defe­sa de Adri­ana Belém de revo­gação da prisão, con­cluiu que as medi­das caute­lares devem ser sufi­cientes para a sal­va­guar­da da pro­va e da ordem públi­ca.

Entre as medi­das apli­cadas está o afas­ta­men­to das funções de del­e­ga­da, a sus­pen­são do porte de arma, proibição de fre­quen­tar qual­quer unidade da Sec­re­taria de Polí­cia Civ­il, impos­si­bil­i­dade de assumir qual­quer car­go em comis­são, proibição de se ausen­tar do esta­do sem autor­iza­ção e de man­ter con­ta­to com teste­munhas, recol­hi­men­to domi­cil­iar noturno e o uso de tornozeleira eletrôni­ca.

Operação Calígula

A Oper­ação Calígu­la, de acor­do com o Min­istério Públi­co do Rio de Janeiro, reprim­iu ações da orga­ni­za­ção crim­i­nosa lid­er­a­da pelo con­tra­ven­tor Rogério Cos­ta de Andrade Sil­va, con­heci­do como Rogério de Andrade, e seu fil­ho Gus­ta­vo de Andrade, integra­da por out­ras pes­soas, incluin­do o sar­gen­to da Polí­cia Mil­i­tar refor­ma­do, Ron­nie Lessa, denun­ci­a­do como execu­tor do homicí­dio da vereado­ra Marielle Fran­co e de seu motorista Ander­son Gomes.

Edição: Denise Griesinger

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