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Dia das comunicações: avanços dos meios ampliaram horizontes do Brasil

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Repro­dução: © Mar­cel­lo Casal Jr / Agên­cia Brasil

Pesquisadores identificam características da expansão no país


Pub­li­ca­do em 05/05/2021 — 06:30 Por Luiz Cláu­dio Fer­reira e Ley­ber­son Pedrosa *** — Brasília

Entre sons, letras, teclas, botões, lig­ações e conexões, o fio invisív­el do tem­po interli­ga os cam­in­hos tec­nológi­cos das tele­co­mu­ni­cações no Brasil. Foi pelo avanço dos meios e das platafor­mas que a garan­tia de cidada­nia em um país do taman­ho de um con­ti­nente se tornou mais visív­el, ain­da que não pos­samos enx­er­gar as ondas eletro­mag­néti­cas, como ocor­rem as conexões dig­i­tais ou as “nuvens” que pas­saram a armazenar a recor­dação do tem­po.

Dire­ta­mente da era dig­i­tal, nem mes­mo rádios ou jor­nais têm mais o mes­mo jeitão de antes. Telé­grafos,  máquinas de escr­ev­er ou tele­fones com dis­cos  entraram para a história, que é aque­le museu imen­so que chamamos de memória. Ago­ra, ficam próx­i­mas aos bicos de pena, os instru­men­tos para escr­ev­er car­tas que demor­avam meses para chegar ao des­ti­no. Nes­ta sem­ana, em que há o dia das comu­ni­cações (5 de maio), pesquisadores entre­vis­ta­dos pela Agên­cia Brasil expli­cam que os mar­cos tem­po­rais no Brasil tiver­am car­ac­terís­ti­cas pecu­liares, que aju­daram a reduzir as dis­tân­cias e trans­for­mar a história do país.
Con­fi­ra reportagem da Agên­cia Brasil sobre os 145 anos do tele­fone

Leia tam­bém sobre os 30 anos do tele­fone celu­lar no Brasil

Pesquisador da história da comu­ni­cação, o pro­fes­sor Pedro Aguiar, da Uni­ver­si­dade Fed­er­al Flu­mi­nense (UFF), aler­ta que a evolução tec­nológ­i­ca pode ser sig­nifi­ca­da mais pelo acrésci­mo do que pela sub­sti­tu­ição.  “Não é porque um meio começa que o out­ro some. Assim ocor­reu com o rádio depois do surg­i­men­to da tele­visão”, exem­pli­fi­ca o pesquisador.

O pro­fes­sor Pedro Aguiar esclarece que his­tori­ca­mente as comu­ni­cações rela­cionavam-se aos cam­in­hos que as infor­mações per­cor­ri­am geografi­ca­mente.  “Até o telé­grafo elétri­co, comu­ni­cação era sinôn­i­mo de trans­porte. Para se comu­nicar a dis­tân­cia, era necessário que a pes­soa lev­asse con­si­go ‘a coisa’ em si. No jor­nal ou uma tab­ule­ta de pedra, o que fos­se, seria necessário trans­portar. Até ter a sep­a­ração entre meio e men­sagem, isso era a comu­ni­cação”, afir­ma.

Para a pro­fes­so­ra Thaïs Men­donça Jorge, pesquisado­ra em história da comu­ni­cação na Uni­ver­si­dade de Brasília (UnB), uma questão que pre­cisa ser obser­va­da é que a notí­cia se aceler­ou com o avanço dos meios de trans­porte. Out­ra rup­tura do que sig­nifi­ca a comu­ni­cação ocor­reu entre o final do sécu­lo 20 e iní­cio dos anos 2000, da fron­teira do analógi­co para o dig­i­tal, do lin­ear, para o não-lin­ear.

No princípio…

Pesquisadores divergem da ideia de que a car­ta de Pero Vaz de Cam­in­ha (leia aqui) (escri­ta entre 26 de abril e 2 de maio de 1500, mas tor­na­da públi­ca somente em 1817) seria o mar­co ini­cial das comu­ni­cações no Brasil. “Não con­sidero como mar­co ini­cial porque, antes, havia comu­ni­cação. Não podemos igno­rar o poten­cial comu­nica­ti­vo no perío­do pré-cabrali­no, ain­da que os povos indí­ge­nas fos­sem ágrafos”. Ele expli­ca que os moradores do país antes da chega­da dos europeus e col­o­niza­ção encon­traram suas próprias for­mas de inter­ação.

Confira material da EBC sobre a Carta de Caminha

O pesquisador apon­ta que as comu­nidades tin­ham os pajés, por exem­p­lo, que eram comu­ni­cadores ativos entre as aldeias. Ele entende que a comu­ni­cação oral entre gru­pos con­tin­ua fun­da­men­tal em muitas comu­nidades ain­da hoje, prin­ci­pal­mente nas cidades menores. Além dis­so, os reg­istros rupestres e de sinal­iza­ções foram mar­cas da comu­ni­cação antes da chega­da dos por­tugue­ses.

Para a pro­fes­so­ra Thaïs de Men­donça Jorge, é necessário con­sid­er­ar que as car­tas de Améri­co Vespú­cio, no iní­cio do sécu­lo 16, sobre o Novo Mun­do, ficaram con­heci­das em 1504, o que seria a primeira pub­li­cação rela­ciona­da ao Brasil.

No perío­do colo­nial, as car­tas entre Brasil e Por­tu­gal, que via­javam nos navios, trazi­am e lev­avam as “novi­dades” que demor­avam mais de três meses, como está reg­istra­da nas agi­tações dos acon­tec­i­men­tos pré e pós inde­pendên­cia (con­fi­ra reportagem da Agên­cia Brasil sobre o tema).

Impressos

Uma grande novi­dade do iní­cio do sécu­lo 19 foi a pub­li­cação de dois jor­nais em 1808: o Cor­reio Braziliense (impres­so em Lon­dres em jun­ho daque­le ano) e a Gaze­ta do Rio de Janeiro (o primeiro pub­li­ca­do no Brasil, em 10 de setem­bro).

Thais de Men­donça Jorge expli­ca que a Gaze­ta do Rio de Janeiro fazia as funções de um diário ofi­cial, pas­sa­va obri­ga­to­ri­a­mente pela aprovação do gov­er­no, enquan­to que o Cor­reio era des­ti­na­do ao “grande públi­co”.

Mas como a maio­r­ia da pop­u­lação era anal­fa­be­ta e os veícu­los, caros, difí­ceis de encon­trar e em lin­guagem não-pop­u­lar, tra­tou-se de um veícu­lo para poucos. As revis­tas tam­bém sur­gi­ram nesse iní­cio de sécu­lo 19. “Mes­mo quan­do se tornou indus­tri­al­iza­da, a impren­sa nun­ca foi de mas­sas como rádio e TV”, afir­mou Pedro Aguiar.

Con­fi­ra pro­gra­ma Cam­in­hos da Reportagem sobre o impacto do rádio para a Amazô­nia

Novos parâmetros

O primeiro veícu­lo a pro­mover o tem­po real foi o telé­grafo, veícu­lo que chegou ao Brasil em 1857. “Em pouco tem­po, o telé­grafo foi um veícu­lo que se espal­hou pelo mun­do. O rádio começou como radiotelé­grafo. Nos­so pio­neiro, Lan­del de Moura, tam­bém fazia exper­iên­cia por sinais. A TV é uma fil­ha entre o rádio e o teatro. A lin­guagem de TV no Brasil rece­beu muito mais influên­cias do teatro do que dos cin­e­mas. E os gêneros do rádio influ­en­cia­ram deci­si­va­mente”, afir­ma o pro­fes­sor. Ele expli­ca que o rádio con­tin­ua, hoje, com a mes­ma função social, mas com ouvintes tam­bém pelo celu­lar.

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Repro­dução: Rádio, veícu­lo cen­tenário, con­tin­ua a faz­er difer­ença no país con­ti­nen­tal — Mar­cel­lo Casal jr/Agência Brasil

A pro­fes­so­ra Thaïs de Men­donça Jorge entende, por exem­p­lo, que foi graças ao telé­grafo, que hou­ve uma orga­ni­za­ção para a práti­ca do jor­nal­is­mo. “As redações pas­saram a se estru­tu­rar”, afir­ma a pesquisado­ra.

Os telé­grafos elétri­cos tiver­am a primeira lin­ha exper­i­men­tal em 1952, no Rio de Janeiro. “Era da casa do Imper­ador ao Coman­do do Exérci­to. A invenção do apar­el­ho foi em 1837 e chegou 15 anos depois no Brasil. O país não demor­ou para tes­tar suas novas tec­nolo­gias”. Não demor­ou tam­bém para que o tele­fone fos­se trazi­do. O cien­tista Alexan­der Gra­ham Bell apre­sen­tou para Dom Pedro II, em 1876, o apar­el­ho. “Meu Deus, isto fala!”, teria excla­ma­do o gov­er­nante brasileiro. O imper­ador fez questão de tes­tar o apar­el­ho do Rio de Janeiro.

Out­ro apar­el­ho que sur­preen­deu, no iní­cio do sécu­lo 20, foi o rádio, que chegou com voz no Recife, em 1919, uma cidade que teve impor­tante papel na comu­ni­cação brasileira. A primeira trans­mis­são ofi­cial de rádio é de 7 de setem­bro de 1922. Em relação à TV, o Brasil foi o ter­ceiro país a ter trans­mis­são con­tínua, depois ape­nas dos Esta­dos Unidos e Méx­i­co.

Con­fi­ra como foi a primeira trans­mis­são de rádio em pro­gra­ma da TV Brasil de 2012:

Con­fi­ra aqui espe­cial sobre os 70 anos da Tele­visão

Mas, voltan­do ao sécu­lo 19, os pesquisadores enten­dem que o telé­grafo (veja lin­ha do tem­po abaixo) teve expan­são estratég­i­ca durante a Guer­ra do Paraguai (1864 — 1870), com lin­has do Rio de Janeiro até a fron­teira Sul do país. “Quan­do acabou a guer­ra, as lin­has subi­ram para o Norte. Em 1873, chegou a Belém”, expli­ca Pedro Aguiar.

Em 1874, o litoral esta­va com­ple­ta­mente conec­ta­do. Os cam­in­hos de comu­ni­cação tiver­am essa função de comu­ni­cação com o teatro de oper­ações, mas tam­bém ao ati­var deman­das nacionais, como inte­gração e comér­cio. “O gov­er­no implan­tou implan­tou uma nor­ma de reg­u­lação que, em toda con­cessão de fer­rovia, obri­ga­va-se que a empre­sa dev­e­ria implan­tar redes de telé­grafo”, sub­lin­ha o pesquisador.

O tem­po real gan­hou novo sig­nifi­ca­do com a inte­gração das platafor­mas pela inter­net. Primeiro, gan­hou cor­po no cam­po dos serviços e depois chegou à mídia. Os pesquisadores enten­dem que o Brasil ain­da vai viv­er um proces­so de dig­i­tal­iza­ção de tudo o que é analógi­co, inclu­sive no cam­po dos serviços, por algu­mas décadas. “Como o cus­to de pro­dução nesse cenário é mais baixo, de fato a tec­nolo­gia se pop­u­lar­i­zou”.

Mas um desafio, segun­do avaliam pesquisadores, sem­pre foi super­ar as desigual­dades region­ais e soci­ais, inclu­sive expostas durante a pan­demia de covid-19. “As tec­nolo­gias espal­haram-se pelas metrópoles, para o litoral e só depois no inte­ri­or”. Os pesquisadores entre­vis­ta­dos expli­cam que, às vezes, porém, até den­tro das próprias cidades há difi­cul­dades de conexão entre bair­ros próx­i­mos. A inter­net, acom­pan­ha­da de suas mod­er­nas pos­si­bil­i­dades de expan­são, via­bi­liza infor­mação, estu­do, tra­bal­ho e boas-novas des­de o tem­po em que só havia uma car­ta.

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“Ele encon­trou uma for­ma de unir o Brasil”, diz his­to­ri­ado­ra

Espíri­to des­bravador, poli­valên­cia e um olhar espe­cial de pro­teção ao indí­ge­na. Essas são algu­mas car­ac­terís­ti­cas que a his­to­ri­ado­ra e pro­fes­so­ra Maria Gabriela Bernardi­no atribui ao Marechal Cân­di­do Ron­don (1865 — 1958). A par­tir de 1890, o mil­i­tar-engen­heiro chefiou uma comi­ti­va for­ma­da por sol­da­dos e cien­tis­tas que tin­ham por mis­são con­hecer e inte­grar áreas do inte­ri­or do Brasil, o que incluía o Cen­tro-Oeste e a Amazô­nia, por lin­has telegrá­fi­cas e tam­bém com a con­fecção de mapas de lugares pouco con­heci­dos.

Maria Gabriela, que é douto­ra em história das ciên­cias e da saúde pela Fiocruz, pesquisa a tra­jetória do mil­i­tar des­de que ela esta­va na grad­u­ação. A pro­fes­so­ra expli­ca que a con­tribuição dele e da Comis­são que lev­ou o seu nome, fiz­er­am com que ele fos­se recon­heci­do como Patrono das Comu­ni­cações. O dia 5 de maio, data do nasci­men­to do mil­i­tar, é recon­heci­do como o Dia das Comu­ni­cações. “Ele encon­trou uma for­ma de unir o Brasil”, diz his­to­ri­ado­ra

“Ele ligou ‘Bra­sis’ den­tro de um mes­mo país”, afir­ma a pro­fes­so­ra. Para se ter uma ideia, até 1917, a Comis­são Ron­don havia con­struí­do 2.270 quilômet­ros de lin­has telegrá­fi­cas, insta­l­a­do 28 estações e feito lev­an­ta­men­to geográ­fi­co de cinquen­ta mil quilômet­ros de ter­ras e de águas.

Ron­don, nasci­do no Mato Grosso, tin­ha ascendên­cia da etnia Boro­ro e recon­hecia as difi­cul­dades das pes­soas da região tan­to de se comu­nicar com o restante do país como de se loco­mover. “Ele tin­ha lugar de fala. Além dis­so, após a Guer­ra do Paraguai, o Brasil perce­beu que havia mui­ta difi­cul­dade de ter infor­mações sobre a região. Não con­hecer o próprio ter­ritório, naque­le mun­do béli­co, era muito perigoso. Os mapas eram fun­da­men­tais”.

Em relação às lin­has telegrá­fi­cas, o lega­do de Ron­don está pre­sente em difer­entes espaços. Cidades, por exem­p­lo, for­maram-se em vol­ta dos pos­tos telegrá­fi­cos. “É um Brasil que pas­sa a olhar para den­tro de si mes­mo e se desco­brir”, afir­ma a pro­fes­so­ra. Ron­don aju­dou a demar­car ter­ras indí­ge­nas com mapas e ter­ritórios sinal­iza­dos. “Ele lutou pelo Par­que Indí­ge­na do Xin­gu, por exem­p­lo” (LCF).

Confira a linha do tempo das comunicações no Brasil:

 

Tecnologias
de Comunicações
no Brasil

Comunicações
dos povos originários1500-2

Era predominantemente oral. Há registros rupestres do período.

 1500-1-1

A carta a “el-Rei Dom Manoel sobre o achamento do Brasil“ ‘ foi escrita em 1.º de maio de 1500, em Porto Seguro, Bahia. No Brasil, ela é publicada somente em 1.817

O navegador Américo Vespúcio narra viagem de 1501 entre metrópole e colônia.

Imprensa Régia

1808

 

 A Imprensa Régia foi criada em 13 de maio de 1808, dia do aniversário do príncipe regente D. João (1767–1826)


Correio Braziliense (ou Armazém Literário)

1808-2

Primeiro jornal brasileiro feito por Hipólito José da Costa em Londres


Jornal Gazeta do Rio de Janeiro

1808-3

Foi editado o primeiro jornal da colônia americana: a Gazeta do Rio de Janeiro, pela Imprensa Régia.

Telégrafo

1857

 A primeira linha telegráfica foi instalada entre Petrópolis e a praia da Saúde, na cidade do Rio de Janeiro

Telefone

1877

Dom Pedro II instala primeiras linhas telefônicas do país, ligando o Palácio da Quinta da Boa Vista à residência dos ministros do imperador.

Rádio

1922

O rádio conectou o Brasil, oficialmente, em 7 de setembro de 1922, nas comemorações do centenário da Independência do país

TV

1950

O empresário Assis Chateaubriand inaugura a TV Tupi e aproveita a linguagem da rádio

Internet nas universidades

1981

A bitnet conectava, por meio de um fio de cobre dentro de um cabo submarino, a Fapesp ao Fermilab (Illinois, EUA), laboratório de física especializado no estudo de partículas atômicas.

Celular

1990

A primeira chamada, no Rio de Janeiro, em 30 de dezembro de 1990, era só a ligação pioneira para as infinitas interconexões que essa evolução tecnológica provocaria.

Primeira conexão usando TCP/IP

1991

TCP/IP é o protocolo adotado pela Internet atual que padroniza as comunicações de rede, principalmente as comunicações na web.

Comercialização da Internet

Embratel lança Serviço Internet Comercial, em caráter experimental e com conexão internacional de 256 Kbps. Cinco mil usuários foram escolhidos para testar o serviço.

TV Digital

2007

Na noite de 2 de dezembro de 2007 era realizada a primeira transmissão oficial de sinal de TV digital no Brasil.


3G

Realiza-se leilão das faixas de frequências para uso do 3G, o que viabilizou a expansão dessa tecnologia de dados em território nacional.

4G

2013

Tecnologia 4G começa a ser implementada nas capitais que receberiam a Copa do Mundo de 2014.

5G

2021

Anatel aprova edital do leilão das faixas de radiofrequência para a prestação de serviços de telecomunicações por meio de 5G no Brasil.

Créditos das imagens por ordem de tempo

Par­que da Ser­ra da Capi­vara / Divul­gação, Domínio Públi­co (cin­co ima­gens), Wikipedia, Tel­e­brasil / Divul­gação, Arquivo/EBC, Fun­dação Assis Chateaubriand — Dire­itos reser­va­dos, Arqui­vo Agên­cia Brasil, Wikipedia, duas fotos de Arqui­vo ABr, seguidas de ima­gens de Mar­cel­lo Casal Jr / Agên­cia Brasil

Semana Nacional das Comunicações

De segun­da-feira (3) a domin­go (9), os veícu­los da Empre­sa Brasil de Comu­ni­cação (EBC) pub­li­cam o Espe­cial Conec­ta, com con­teú­dos sobre a Sem­ana Nacional das Comu­ni­cações. O espe­cial reúne reporta­gens sobre história das tele­co­mu­ni­cações, 5G, Inter­net das Coisas, o impacto das novas tec­nolo­gias na edu­cação e no agronegó­cio, entre out­ros temas.

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Edição: Alessan­dra Esteves

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