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Coluna: Elvis Presley, o rei do rock, é destaque da semana nos cinemas

Repro­dução: © Arquivo/Agência Brasil­ia

Tom Hanks e o estreante Austin Butler brilham em novo filme do rei


Pub­li­ca­do em 15/07/2022 — 07:01 Por Anna Kari­na de Car­val­ho — Comen­tarista da TV Brasil — Brasília

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A cinebi­ografia sobre o ído­lo Elvis Pres­ley — sem dúvi­da, o maior artista de todos os tem­pos — chega às telonas de todo o Brasil. E nada mel­hor do que estrear na sem­ana em que se comem­o­ra o Dia Mundi­al do Rock.

O filme é assi­na­do pelo dire­tor aus­traliano Baz Luhrmann e é uma obra pri­ma, nos moldes de suces­sos como Moulin RougeVem Dançar Comi­go (aliás, um dos primeiros filmes do dire­tor que mar­cou os anos 1980) e Romeu e Juli­eta, com Leonar­do Di Caprio. O filme pri­ma por uma con­dução bril­hante, eufóri­ca, cheia de tin­ta e de detal­h­es,

Não temos como fugir de spoil­ers ao falar de Elvis Pres­ley, mas o que é mais inter­es­sante na obra de ago­ra é que o filme gira em torno do pon­to de vista do agente e empresário de Elvis, Tom Park­er, inter­pre­ta­do magis­tral­mente por Tom Han­ks.

Tom Park­er foi sem dúvi­da ambiva­lente, sobre­tu­do porque super­fat­u­ra­va comis­sões dos shows de Elvis, o que lhe ren­deu proces­so judi­cial.

Um dos destaques do filme é, sem dúvi­da, a estreia bril­hante em uma grande pro­dução do ator cal­i­for­ni­ano Austin But­ler, que incor­po­ra Elvis em várias fas­es da vida do astro. Em Cannes, onde o filme teve sua primeira exibição, Austin falou para a impren­sa que ficou tão obceca­do pelo per­son­agem que fez uma imer­são durante dois anos, perío­do no qual estu­dou cada detal­he das pecu­liari­dades de Elvis. Até os difer­entes tons de voz que ele teve ao lon­go dos anos foram emu­la­dos: mais grave, mais rouco.

Grandes suces­sos musi­cais da car­reira de Elvis estão pre­sentes nes­ta grande pro­dução, que não tem como decep­cionar o espec­ta­dor.

Chocar é sinôn­i­mo da fil­mo­grafia do dire­tor canadense David Cro­nen­berg. Crimes do Futuro, seu mais novo lon­ga, teve estreia mundi­al na mostra com­pet­i­ti­va do últi­mo fes­ti­val de cin­e­ma de Cannes em maio. Cro­nen­berg mais uma vez divid­iu a críti­ca ao apre­sen­tar uma obra crua e vis­cer­al.

A tra­ma se pas­sa em um futuro próx­i­mo, quan­do os humanos terão que se adap­tar a um ambi­ente sin­téti­co. Diante des­ta real­i­dade, as pes­soas começam a sofr­er meta­mor­fose, com mutações no DNA — um esta­do de trans­for­mação chama­do de sín­drome da evolução acel­er­a­da.

Assim con­hece­mos os per­son­agens Saul Tense, um artista cul­tua­do e que já se acos­tu­mou com o seu novo esta­do biológi­co; a inten­sa par­ceira de Saul, Caprice, que remove seus órgãos em um espetácu­lo e uma inves­ti­gado­ra ambi­ciosa da Agên­cia de Orgãos que vai ten­tar des­mas­carar Saul e as con­se­quên­cias dos exper­i­men­tos.

Crimes do Futuro con­ta com um elen­co de pon­ta, com nomes poderosos da indús­tria cin­e­matográ­fi­ca como Léa Sey­doux, Kris­ten Stew­art e Vig­go Mortensen. Um filme per­tur­bador e essen­cial para quem gos­ta de Cro­nen­berg.

Assista à coluna na TV Brasil

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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