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Brasil gera 278 mil empregos formais em setembro

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Salário médio de admissão teve queda de 0,64%


Pub­li­ca­do em 26/10/2022 — 11:04 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

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O Brasil ger­ou 278.085 pos­tos de tra­bal­ho em setem­bro, resul­ta­do de 1.926.572 admis­sões e de 1.648.487 desliga­men­tos de empre­gos com carteira assi­na­da. No acu­mu­la­do deste ano, o sal­do é de 2.147.600 novos tra­bal­hadores no mer­ca­do for­mal. Os dados são do Min­istério do Tra­bal­ho e Pre­v­idên­cia, que divul­gou hoje (26) as Estatís­ti­cas Men­sais do Emprego For­mal, o Novo Caged.

O estoque de empre­gos for­mais no país, que é a quan­ti­dade total de vín­cu­los celetis­tas ativos, chegou a 42.825.955 em setem­bro, o que rep­re­sen­ta um aumen­to de 0,65% em relação ao mês ante­ri­or.

No mês pas­sa­do, o sal­do de empre­gos foi pos­i­ti­vo nos cin­co gru­pa­men­tos de ativi­dades econômi­cas: serviços, com a cri­ação de 122.562 pos­tos dis­tribuí­dos prin­ci­pal­mente nas ativi­dades de infor­mação, comu­ni­cação e ativi­dades finan­ceiras, imo­bil­iárias, profis­sion­ais e admin­is­tra­ti­vas; comér­cio, sal­do pos­i­ti­vo de 57.974 pos­tos; indús­tria, com 56.909 novos pos­tos, con­cen­tra­do na indús­tria de trans­for­mação; con­strução, mais 31.166 pos­tos de tra­bal­ho ger­a­dos; e agri­cul­tura, pecuária, pro­dução flo­re­stal, pesca e aqui­cul­tura, que criou 9.474 empre­gos.

Salário

Em todo o país, o salário médio de admis­são em setem­bro foi de R$ 1.931,13. Com­para­do ao mês ante­ri­or, hou­ve decrésci­mo real de R$ 12,47 no salário médio de admis­são, uma vari­ação neg­a­ti­va de 0,64%.

O min­istro do Tra­bal­ho e Pre­v­idên­cia, José Car­los Oliveira, disse que o seg­men­to da indús­tria con­tin­ua crescen­do, ape­sar de ter caí­do para a ter­ceira colo­cação na ger­ação de empre­gos no mês. “Quan­do a gente fala de aumen­to de número de pos­tos de tra­bal­ho na indús­tria isso tam­bém quer diz­er que, inevi­tavel­mente, no médio pra­zo, a média salar­i­al do brasileiro vai aumen­tar, porque a qual­i­fi­cação para se encaixar no tra­bal­ho na indús­tria é um pouco maior e gera maiores salários”, expli­cou.

Por região

Todas as regiões do país tiver­am sal­do pos­i­ti­vo na ger­ação de emprego no mês pas­sa­do, sendo que hou­ve aumen­to de tra­bal­ho for­mal nas 27 unidades da fed­er­ação.

Em ter­mos rel­a­tivos, dos esta­dos com maior vari­ação na cri­ação de empre­gos em relação ao estoque do mês ante­ri­or são Alagoas, com a aber­tu­ra de 15.625 pos­tos, aumen­to de 4,16%; Sergipe, que criou 5.131 vagas (1,78%); e Per­nam­bu­co, com sal­do pos­i­ti­vo de 20.528 pos­tos (1,55%).

Os esta­dos com menor vari­ação rel­a­ti­va de empre­gos em setem­bro, em relação a agos­to, são Rio de Janeiro, que criou 15.382 pos­tos, aumen­to de 0,45%; Paraná, com sal­do pos­i­ti­vo de 12.920, alta de 0,44%; e Rio Grande do Sul, que encer­rou o mês pas­sa­do com mais 10.254 pos­tos de tra­bal­ho for­mal, cresci­men­to de ape­nas 0,39%.

Em ter­mos abso­lu­tos, as unidades da fed­er­ação com maior sal­do no mês pas­sa­do foram São Paulo, com 61.167 pos­tos (0,46%); Minas Gerais, com 23.723 vagas cri­adas (0,53%); e Per­nam­bu­co, com a ger­ação de 20.528 pos­tos (1,55%). Já os esta­dos com menor sal­do abso­lu­to foram Roraima, com 1.069 pos­tos (1,55%); Acre, com 752 novas vagas (0,81%); e Amapá, que ger­ou 739 colo­cações (0,97%).

As estatís­ti­cas com­ple­tas do Novo Caged estão disponíveis na pági­na do Min­istério do Tra­bal­ho e Pre­v­idên­cia.

Edição: Fer­nan­do Fra­ga

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