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CPMI do INSS aprova dois pedidos de prisão preventiva

No total, foram aprovados 393 requerimentos de parlamentares

Daniel­la Almei­da — Repórter da Agên­cia Brasil
Pub­li­ca­do em 27/11/2025 — 18:12
Brasília
Brasília - 27/11/2025 - Reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS para ouvir o contador Mauro Palombo Concílio. Ele é responsável pela contabilidade de diversas empresas que, segundo a CPMI. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Repro­dução: © Lula Marques/ Agên­cia Braasil.

A Comis­são Par­la­men­tar Mista de Inquéri­to (CPMI) do INSS aprovou, nes­ta quin­ta-feira (27), 393 requer­i­men­tos feitos pelos par­la­mentares que com­põem o cole­gia­do. Entre eles, dois pedi­dos de prisão pre­ven­ti­va: 

  • Da pres­i­dente da Asso­ci­ação dos Aposen­ta­dos e Pen­sion­istas do Brasil (AAPB), Cecília Rodrigues Mota, que prestou depoi­men­to à CPMI;
  • Do empresário João Car­los Camar­go Júnior, o “alfa­iate dos famosos.”, que teria feito movi­men­tações finan­ceiras com vários dos inves­ti­ga­dos pela CPMI e pela Polí­cia Fed­er­al (PF).

Os demais requer­i­men­tos aprova­dos foram de pedi­dos de infor­mação, acareações e solic­i­tação de blo­queio de bens de inves­ti­ga­dos.

Par­la­mentares da base gov­ernista e da oposição con­cor­daram em reti­rar da pau­ta da comis­são 86 requer­i­men­tos que não tin­ham con­sen­so. Estes serão apre­ci­a­dos na próx­i­ma sem­ana, em votação nom­i­nal.

Entre os adi­a­men­tos, está a análise da con­vo­cação coerci­ti­va do advo­ga­do-ger­al da União (AGU), Jorge Mes­sias, para prestar esclarec­i­men­tos ger­ou polêmi­ca entre os par­la­mentares. Mes­sias já foi con­vi­da­do a com­pare­cer na CPMI e não com­pare­ceu.

Des­de a man­hã des­ta quin­ta-feira, a CPMI do INSS tam­bém ouve o depoi­men­to de Mau­ro Palom­bo Con­cílio, con­ta­dor de empre­sas sus­peitas de terem rece­bido recur­sos mil­ionários vin­dos de descon­tos inde­v­i­dos de bene­fí­cios de aposen­ta­dos e pen­sion­istas do Insti­tu­to Nacional do Seguro Social (INSS).

Ressarcimento

O Min­istério da Pre­v­idên­cia Social infor­mou à Agên­cia Brasil já ter resti­tuí­do R$ 2,56 bil­hões, a 3,75 mil­hões a aposen­ta­dos e pen­sion­istas lesa­dos pelo esque­ma que real­iza­va descon­tos ile­gais dos bene­fí­cios prev­i­den­ciários pagos pelo INSS.

Os dados con­sid­er­am os paga­men­tos agen­da­dos até 17 de novem­bro.

De acor­do com a pas­ta, 6.194.347 segu­ra­dos do insti­tu­to ques­tionaram algum descon­to em seus bene­fí­cios, sendo que 97,9% deles não recon­hece­r­am os descon­tos feitos em seus bene­fí­cios.

Do total de reg­istros aber­tos, 4.841.364 estão aptos a aderir ao ressarci­men­to do gov­er­no fed­er­al.

Até 14 de fevereiro de 2026os ben­efi­ciários ain­da podem abrir pedi­dos de ressarci­men­to pelos canais ofi­ci­ais do INSS: Aplica­ti­vo ou pelo site Meu INSS, com login no Por­tal Gov.br; Tele­fone 135, com atendi­men­to gra­tu­ito de segun­da a sába­do, das 7h às 22h; e as agên­cias dos Cor­reios, que ofer­e­cem suporte gra­tu­ito em mais de 5 mil unidades.

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