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Brasil cai para Sérvia e fica com o vice no Mundial de vôlei feminino

Repro­dução: © FIVB/Divulgação

Seleção leva prata pela quarta vez e segue sem título da competição


Pub­li­ca­do em 15/10/2022 — 17:05 Por Lin­coln Chaves — Repórter da EBC — São Paulo

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A seleção fem­i­ni­na de vôlei ficou com o vice-campe­ona­to mundi­al. Neste sába­do (15), em Apel­doorn (Holan­da), as brasileiras foram super­adas pela Sérvia por 3 sets a 0, com par­ci­ais de 26/24, 25/22 e 25/17. As europeias, que tin­ham lev­an­ta­do a taça na últi­ma edição, em 2018, levaram o bi de for­ma invic­ta, com 12 vitórias em 12 jogos, nove delas sem perder sets.

Con­sid­er­a­da a prin­ci­pal jogado­ra da atu­al­i­dade no mun­do, a opos­ta Tijana Boskovic foi a pro­tag­o­nista da final, com 24 pon­tos. A pon­teira Gabi e a cen­tral Car­ol com nove pon­tos cada, foram os destaques da equipe brasileira, que tin­ha sido vice-campeã da Liga das Nações, em jul­ho. As sul-amer­i­canas vivem uma ren­o­vação, com ape­nas metade das remanes­centes do time medal­hista de pra­ta na Olimpía­da de Tóquio (Japão).

Quase

Foi a quar­ta vez que a equipe verde e amarela chegou à decisão, amar­gan­do nova­mente a medal­ha de pra­ta. Em 1994, em casa, o Brasil perdeu de Cuba. Nas finais de 2006 e 2010, ambas no Japão, a algoz foi a Rús­sia. Ape­sar de bicam­peãs olímpi­cas, nos Jogos de Pequim (Chi­na) e Lon­dres (Reino Unido), em 2008 e 2012, respec­ti­va­mente, as brasileiras ain­da perseguem o inédi­to títu­lo mundi­al.

A equipe dirigi­da por José Rober­to Guimarães (téc­ni­co nos vices de 2006 e 2010 e nos ouros olímpi­cos) final­i­zou a com­petição, real­iza­da na Holan­da e na Polô­nia, com dez vitórias e duas der­ro­tas. Antes da decisão, o Brasil havia per­di­do somente na quar­ta roda­da da primeira fase, para o Japão. Clas­si­fi­cadas para o mata-mata com a ter­ceira mel­hor cam­pan­ha no ger­al, as brasileiras der­am o tro­co nas japone­sas nas quar­tas de final, ven­cen­do, de vira­da, por 3 sets a 2. Na semi­fi­nal, der­rubaram a Itália, da opos­ta Pao­la Enogu, por 3 a 1.

Arma na vitória sobre a Itália, na semi­fi­nal, o blo­queio foi o prin­ci­pal adver­sário brasileiro no primeiro set. As sérvias levaram cin­co vezes a mel­hor no fun­da­men­to e não ced­er­am pon­tos. Coman­da­da por Boskovic, que anotou seis pon­tos na par­cial, a seleção europeia foi mel­hor no ataque — mes­mo come­tendo mais erros (11 a 5). Uma bola fora de Gabi decre­tou a vitória da Sérvia por 27 a 25.

O cenário pouco se alter­ou no segun­do set. O Brasil, enfim, pon­tu­ou no blo­queio, mas con­tin­u­ou pouco agres­si­vo se com­para­do às rivais, que seguiam erran­do mais ataques e saques, mas se ben­e­fi­cian­do pela insistên­cia ofen­si­va. A seleção verde e amarela chegou a ter qua­tro pon­tos de van­tagem no iní­cio e três no meio da par­cial, mas cedeu a vira­da às europeias, que vence­r­am por 25 a 22, nova­mente com óti­ma atu­ação de Boskovic, respon­sáv­el por nove pon­tos das sérvias.

Com amp­lo domínio das ações, a Sérvia não deu chances ao Brasil no ter­ceiro set. A equipe de Zé Rober­to não con­seguia vari­ar as jogadas, enquan­to as europeias, mais inteiras físi­ca e men­tal­mente, sou­ber­am dis­tribuir mel­hor os ataques, con­fundin­do a mar­cação brasileira e man­ten­do a van­tagem sem­pre con­fortáv­el. Coube a Boskovic, destaque da par­ti­da, dec­re­tar o tri­un­fo por 25 a 17 e garan­tir o títu­lo às sérvias.

Edição: Aline Leal

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