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Evento Salve Malandro movimenta Gamboa neste domingo

Repro­dução: © Tomaz Silva/Agência Brasil

Atrações mostram herança africana na região portuária do Rio


Pub­li­ca­do em 16/07/2023 — 08:40 Por Fran­cis­co Eduar­do Fer­reira* — Rio de Janeiro

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O pro­je­to Vel­hos Malan­dros pro­move neste domin­go (16), em parce­ria com o Insti­tu­to Pre­tos Novos e o Museu da História e da Cul­tura Afro-Brasileira, o even­to gra­tu­ito Uma Aven­tu­ra Afro Diaspóri­ca Salve Malan­dro! na Gam­boa, região por­tuária do Rio de Janeiro. 

A pro­gra­mação, que começa às 10h, inclui uma feira de afro empreende­doris­mo com o Quilom­bo Aquilah, tam­bor de crioula com o cole­ti­vo Três Marias, carim­bó com André Nasci­men­to e o grupo Os Encan­ta­dos. O encer­ra­men­to é com o Pagode do Nadai, que recebe grandes nomes do sam­ba e val­oriza a ances­tral­i­dade negra. Para as cri­anças, a atração é o Cine Clube Per­iféri­co, ativi­dade com arte-edu­cadores e feira de gas­trono­mia.

Além dis­so, o Insti­tu­to Pre­tos Novo ofer­ece o Cir­cuito Históri­co de Her­ança Africana, que é gra­tu­ito. O pas­seio é uma viagem pelo proces­so da diás­po­ra africana e da for­mação da sociedade brasileira, na região por­tuária. Sain­do do Largo da Prain­ha, o cir­cuito pas­sa por locais como a Pedra do Sal e o Cais do Val­on­go, ter­mi­nan­do no Cemitério dos Pre­tos Novos.

O pro­je­to Vel­hos Malan­dros, ide­al­iza­do pelo jor­nal­ista e sam­bista Alexan­dre Nadai e con­tem­pla­do pelo edi­tal Fomen­to à Cul­tura Car­i­o­ca , da prefeitu­ra do Rio de Janeiro, surgiu como uma pro­pos­ta de revi­tal­iza­ção e res­gate da história do sam­ba.

Segun­do Nadai, o pro­je­to, cri­a­do em 2011, é uma hom­e­nagem aos grandes mestres do sam­ba, que tem como padrin­hos Noca da Portela, Zé Luiz do Império Ser­ra­no e Eliane Faria. A ini­cia­ti­va “con­tribui para a cri­ação de uma con­sciên­cia de preser­vação do patrimônio históri­co e cul­tur­al brasileiro, em defe­sa dos bens cul­tur­ais que envolvem as matrizes do sam­ba, com a par­tic­i­pação de artis­tas e rep­re­sen­tantes de comu­nidades afro-brasileiras”, disse Nadai.

Surgi­do no Teatro Odis­seia, na Lapa, o Vel­hos Malan­dros pas­sou pelo Cen­tro Cul­tur­al Car­to­la e fin­cou raízes na Praça da Har­mo­nia, na Gam­boa, em 2012, val­orizan­do o sam­ba e sua ances­tral­i­dade, den­tro do cir­cuito de Her­ança Africana.

*Estag­iário sob super­visão de Ake­mi Nita­hara 

Edição: Nádia Fran­co

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