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Ministro da Saúde abre Dia D de vacinação em João Pessoa

Repro­dução: © Min­is­te­rio da Saúde

Marcelo Queiroga vacinou conterrâneos na cidade


Pub­li­ca­do em 29/04/2022 — 17:15 Por Agên­cia Brasil — Brasília

O min­istro da Saúde, Marce­lo Queiroga, vaci­nou alguns con­ter­râ­neos em João Pes­soa (PB), no even­to que mar­cou do Dia D de vaci­nação con­tra a gripe e saram­po. O Dia D é con­heci­do como uma ação que impul­siona a Cam­pan­ha de Vaci­nação, lança­da no iní­cio do mês LINK 1 .

“Estou aqui na min­ha cidade, onde nasci, reven­do meus con­ter­râ­neos e dizen­do que ten­ho certeza que esta­mos fazen­do a nos­sa parte. E quero pedir a vocês o que vocês já me der­am, um voto de con­fi­ança, para mostrar­mos que em relação à gripe, em relação ao saram­po, nós vamos faz­er o mes­mo que fize­mos com a covid-19”, disse o min­istro, referindo-se à redução de mortes e casos diários de covid no Brasil.

O Dia D mar­ca o iní­cio da segun­da eta­pa da cam­pan­ha de vaci­nação. Nes­sa fase, serão con­tem­pla­dos cri­anças de 6 meses a 5 anos de idade, ges­tantes, puér­peras, povos indí­ge­nas, pro­fes­sores, pes­soas com defi­ciên­cia, cam­in­honeiros, pes­soas com comor­bidades, tra­bal­hadores de trans­porte cole­ti­vo, rodoviário e por­tuário e forças de segu­rança. A primeira eta­pa pri­or­i­zou os tra­bal­hadores de saúde e os idosos. A cam­pan­ha vai até o dia 3 de jun­ho

Queiroga tam­bém reforçou a neces­si­dade da pop­u­lação con­tin­uar se vaci­nan­do, mes­mo con­tra doenças que pare­cem ter per­di­do a força. “Há cer­ca de uma déca­da a cober­tu­ra vaci­nal no mun­do vem cain­do. Porque como tive­mos suces­so no enfrenta­men­to a essas doenças evitáveis por vaci­na, nós temos uma fal­sa segu­rança de que esta­mos livres dessas doenças, mas não esta­mos. Para isso temos que bus­car as Unidades Bási­cas de Saúde para atu­alizar o cal­endário vaci­nal todos os anos”.

Gripe

A gripe é uma infecção viral agu­da que afe­ta o sis­tema res­pi­ratório. Ela é provo­ca­da pelo vírus da influen­za e tem grande poten­cial de trans­mis­são O vírus se propa­ga facil­mente, levan­do a casos leves, mas, tam­bém, a casos graves, que aumen­tam as taxas de hos­pi­tal­iza­ção e provo­cam a morte de pes­soas mais vul­neráveis à doença.

As dos­es serão triva­lentes, que garan­tem imu­niza­ção con­tra três vari­antes do vírus influen­za, a H1N1, a H3N2 e a influen­za B. Foram adquiri­dos mais de 80 mil­hões de dos­es, que serão dis­tribuí­das aos esta­dos.

Sarampo

A vaci­nação con­tra o saram­po, que tam­bém faz parte da cam­pan­ha, tem como públi­co-alvo os tra­bal­hadores da saúde e cri­anças com idades entre 6 meses e 5 anos, que somam 18,8 mil­hões de pes­soas, sendo 5,8 mil­hões profis­sion­ais da saúde e 13 mil­hões cri­anças den­tro da faixa etária esta­b­ele­ci­da. A meta é imu­nizar 95% desse uni­ver­so de pes­soas.

A pop­u­lação deve bus­car as unidades de saúde para se vaci­nar. Cada municí­pio orga­ni­zará os locais que disponi­bi­lizarão a imu­niza­ção con­tra a influen­za e o saram­po. É impor­tante que os cidadãos pro­curem se infor­mar nas sec­re­tarias de Saúde e nas unidades de saúde per­to de onde moram ou tra­bal­ham.

Edição: Fer­nan­do Fra­ga

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