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Queiroga convoca brasileiros a tomar segunda dose da vacina

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista coletiva.
Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Vacinas são seguras e devem ser utilizadas, disse o ministro


Pub­li­ca­do em 27/06/2021 — 08:12 Por Clau­dia Fel­czac — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O min­istro da Saúde, Marce­lo Queiroga, con­vo­cou os 4 mil­hões de brasileiros que já têm dire­ito, mas ain­da não tomaram a segun­da dose da vaci­na con­tra a covid-19, a procu­rar um pos­to de saúde e atu­alizar o esque­ma vaci­nal. “As vaci­nas são seguras e devem ser uti­lizadas”, disse o min­istro em entre­vista ao pro­gra­ma Brasil em Pau­ta que vai ao ar neste domin­go, às 20h30. “Vocês devem con­fi­ar nas vaci­nas”, afir­mou.

Sobre os brasileiros que estari­am escol­hen­do o imu­nizante, Queiroga disse que “vaci­na boa  é a que está disponív­el no pos­to e é apli­ca­da em cada um dos brasileiros”. O min­istro lem­brou que todos os imu­nizantes disponíveis para vaci­nação no Brasil rece­ber­am o aval da Anvisa e, por­tan­to, são seguros e efi­cazes.

Marce­lo Queiroga reit­er­ou que, até setem­bro deste ano, todos os brasileiros com idade aci­ma de 18 anos já terão toma­do a primeira dose da vaci­na e, até dezem­bro, a segun­da. “O Min­istério da Saúde tem tra­bal­ha­do forte­mente para ante­ci­par as dos­es de vaci­nas para faz­er nos­sa cam­pan­ha acel­er­ar”. Segun­do ele, já são mais de 600 mil­hões de dos­es con­tratadas, e o min­istério já está se preparan­do para 2022.

Gestantes

O min­istro falou tam­bém sobre a vaci­nação de ges­tantes pelo Pro­gra­ma Nacional de Imu­niza­ção (PNI). Segun­do ele, já foram apli­cadas mais de 87 mil dos­es em grávi­das em todo o Brasil. Queiroga lem­brou que o Min­istério da Saúde ain­da recomen­da que se vacin­em ape­nas as ges­tantes com comor­bidades, mas adiantou que a pas­ta dev­erá ter um posi­ciona­men­to para a vaci­nação de grávi­das sem comor­bidades nas próx­i­mas sem­anas.

A imuniza­ção de ges­tantes que não são do grupo de risco foi inter­romp­i­da em maio deste ano, após o falec­i­men­to de uma grávi­da que tomou a vaci­na da Oxford/AstraZeneca. Ain­da não se sabe se real­mente foi o imu­nizante que provo­cou a morte da mul­her. Depois desse episó­dio, a vaci­nação com a AstraZeneca em grávi­das foi inter­romp­i­da.

De acor­do com Queiroga as vaci­nas com o vírus ina­ti­vo são seguras para as ges­tantes. “Hoje, a ori­en­tação é vaci­nar [as grávi­das] com Pfiz­er e Coro­n­avac”, afir­mou o min­istro. Segun­do ele o PNI, por meio da Sec­re­taria de Vig­ilân­cia, acom­pan­ha as ges­tantes que fazem o uso da vaci­na. Queiroga disse que grávi­das que tomaram a vaci­na da AstraZeneca antes da sus­pen­são poderão tomar a segun­da dose após o puer­pério (45 dias depois do nasci­men­to do bebê).

Estratégia diversificada

O min­istro desta­cou as diver­sas frentes que o gov­er­no brasileiro vem adotan­do para a aquisição de vaci­nas. Entre elas estão a adesão ao mecan­is­mo Cov­ax Facil­i­ty, a parce­ria com  far­ma­cêu­ti­cas do exte­ri­or como Pfiz­er e Janssen, o con­tra­to fir­ma­do com o Insti­tu­to Butan­tan, que pro­duz a Coro­n­aVac e, sobre­tu­do, o mecan­is­mo de trans­fer­ên­cia de tec­nolo­gia fir­ma­do entre a Fiocruz e a AstraZeneca. “Isso resul­tou numa vaci­na segu­ra, efi­caz, efe­ti­va e cus­to-efe­ti­va, então o preço da vaci­na é bas­tante inter­es­sante, um preço menor que US$ 4 por dose”, disse.

Estudos

No pro­gra­ma, Queiroga comen­tou os estu­dos com vaci­nas que estão sendo real­iza­dos em Botu­catu (SP) e Paque­tá (RJ), que con­tam com o apoio do Min­istério da Saúde. “Mostran­do o com­pro­mis­so do gov­er­no brasileiro com a pesquisa,  a ciên­cia e a evolução da  med­i­c­i­na de uma maneira ger­al e o for­t­alec­i­men­to do nos­so com­plexo indus­tri­al da saúde”.

 

Edição: Graça Adju­to

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