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Saneamento reduz a desigualdade social, diz presidente do BNDES

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Repro­dução: © Val­ter Campanato/Agência Brasil

Gustavo Montezano foi entrevistado no programa Sem Censura


Pub­li­ca­do em 19/07/2021 — 23:49 Por Agên­cia Brasil — Brasília

O pres­i­dente do Ban­co Nacional de Desen­volvi­men­to (BNDES), Gus­ta­vo Mon­tezano, disse nes­ta segun­da-feira (19) que o sanea­men­to reduz a desigual­dade social ao comen­tar sobre o Mar­co Legal do Sanea­men­to. Mon­tezano foi entre­vis­ta­do no pro­gra­ma Sem Cen­sura, da TV Brasil, e falou tam­bém, entre out­ros assun­tos, sobre o tra­bal­ho do ban­co de desen­volvi­men­to, o apoio a pequenos e microem­presários, as parce­rias públi­co-pri­vadas em pro­gra­mas do BNDES e os efeitos do dólar alto.

“Daqui uns 10, 15 anos, quan­do a gente olhar para trás, pos­sivel­mente [o Mar­co Legal do Sanea­men­to] será o even­to que foi, na nos­sa história recente, o maior even­to de redução de desigual­dade social do Brasil”, disse. “A gente tem que se ques­tionar porque a gente está há 30 anos insistin­do em um mod­e­lo que não fun­cio­nou. Então esse mar­co ele faz o que? Ele tira o dog­ma­tismo.”

Mon­tezano expli­cou que não impor­ta se a empre­sa é públi­ca ou pri­va­da, se estiv­er pre­stando um bom serviço, ela deve con­tin­uar, se não estiv­er, é necessário tro­car e dar lugar para out­ro. Ele avaliou que a agen­da do ban­co des­de a imple­men­tação do mar­co, há quase um ano, está andan­do muito bem.

“A gente teve a pri­va­ti­za­ção da Casal [Com­pan­hia de Sanea­men­to de Alagoas], no Alagoas, foi um bai­ta suces­so no ano pas­sa­do, tive­mos Mato Grosso do Sul, tive­mos Cariaci­ca [ES], e este ano tive­mos o mar­co da Cedae [Com­pan­hia Estad­ual de Águas e Esgo­tos do Rio de Janeiro]. [Na Cedae], o inves­ti­men­to total, entre out­or­ga e inves­ti­men­to, foi de R$ 50 bil­hões e mostrou para o Brasil e para o mun­do que tem uma bai­ta opor­tu­nidade social, ambi­en­tal e econômi­ca desse setor no Brasil”, disse. “A gente efe­ti­va­mente enx­er­ga que a gente está entran­do em um ciclo de lon­go pra­zo muito pro­du­ti­vo e bené­fi­co para a infraestru­tu­ra brasileira.”

O pres­i­dente do BNDES falou tam­bém sobre a cap­i­tal­iza­ção da Eletro­bras. Segun­do ele, o crono­gra­ma da empre­sa é con­cluir o proces­so até fevereiro de 2022. “Porque fevereiro? Porque é quan­do a gente usa os resul­ta­dos da empre­sa do ter­ceiro trimestre deste ano. Caso seja com o resul­ta­do do final do ano, pula para março, porque é o tem­po da empre­sa pub­licar o seu bal­anço.”

Mon­tezano disse que está con­fi­ante que vai cumprir esse crono­gra­ma. “Nat­u­ral­mente depende do judi­ciário, depende do TCU [Tri­bunal de Con­tas da União], uma série de órgãos que par­tic­i­pam des­ta gov­er­nança. Resu­min­do o que é a cap­i­tal­iza­ção, são qua­tro pilares: primeiro pilar é a gente colo­car de pé o pro­je­to de Angra 3, Eletronu­clear; o segun­do pilar é tirar a Eletronu­clear e Itaipú da Eletro­bras, porque são empre­sas estatais; o ter­ceiro pilar é seguir todo o rito buro­cráti­co e proces­su­al de uma pri­va­ti­za­ção e o quar­to pilar é faz­er a oper­ação no mer­ca­do, na Bol­sa de Val­ores, que pes­soas físi­cas e investi­dores poderão par­tic­i­par. Ess­es qua­tro pilares estão andan­do bem”.

Veja a entre­vista com­ple­ta:

Edição: Fábio Mas­sal­li

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