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Brasil conquista ouros inéditos no judô e no halterofilismo em Tóquio

Repro­dução: © Mat­sui Mikihito/CPB.

 Alana Maldonado e Mariana D’Andrea fazem história


Pub­li­ca­do em 29/08/2021 — 12:12 Por Marce­lo Brandão — Repórter Agên­cia Brasil — Brasília

Alana Mal­don­a­do entrou para a história como a primeira judo­ca brasileira a con­quis­tar uma medal­ha de ouro em Jogos Par­alímpi­cos. Na madru­ga­da deste domin­go (29), no horário de Brasília, ela der­ro­tou Ina Kaldan, da Geór­gia, na final da cat­e­go­ria até 70kg, e subiu no lugar mais alto do pódio.

“Agradeço a toda a min­ha família e à comis­são téc­ni­ca, que estiver­am sem­pre do meu lado neste ciclo tão difí­cil. Sou out­ra atle­ta em relação aos Jogos do Rio. No Brasil, esta­va do lado dos meus ami­gos e da min­ha família. Ago­ra, fui campeã na ter­ra do judô. Obri­ga­do a todos que torce­r­am. Esta medal­ha não é só min­ha. É de todos”, disse Alana.

Tam­bém no judô, Meg Emmerich con­quis­tou a medal­ha de bronze, der­rotan­do Altantset­seg Nya­maa, da Mongólia.

 

Halterofilismo

O Brasil tam­bém chegou ao ouro inédi­to no hal­tero­fil­is­mo, com Mar­i­ana D’An­drea. A paulista de 23 anos e atle­ta da cat­e­go­ria até 73kg levan­tou 137 qui­los e super­ou a chi­ne­sa Lili Xu, que levan­tou 134 qui­los.

Repro­dução: Mar­i­ana d’An­drea é Ouro no Hal­tero­fil­is­mo — Taku­ma Mat­sushi­ta

“Esper­a­va muito por este momen­to. Não tem gratidão maior do que gan­har esta medal­ha após cin­co anos de treina­men­to. Agradeço a todos pela tor­ci­da e pela oração. Quero deixar reg­istra­do aqui, que se você tem son­ho, cor­ra atrás dos seus obje­tivos e os con­quiste”, disse Mar­i­ana.

Bronze no remo

Essa madru­ga­da tam­bém trouxe medal­ha no remo. Renê Pereira gan­hou a medal­ha de bronze no sin­gle skiff Mas­culi­no PR1. Essa foi ape­nas a segun­da medal­ha da modal­i­dade para o Brasil em todas as edições dos Jogos.

“É uma sen­sação inde­scritív­el. Me sin­to mere­ce­dor por todos os esforços que empen­hei em prol dessa medal­ha. Foi difí­cil, mas eu sabia que com luta e ded­i­cação era pos­sív­el. Não ten­ho nem como descr­ev­er o que é poder ser um medal­hista par­alímpi­co”, disse Renê, em declar­ação ao Comitê Par­alímpi­co Brasileiro.

*com infor­mações do Comitê Par­alímpi­co Brasileiro

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Edição: Mar­cio Par­ente

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