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Atirador de escola no PR diz não conhecer vítimas

Repro­dução: © Colé­gio Estad­ual Pro­fes­so­ra Hele­na Kolody/Diulgação

À polícia, ele afirmou que atirou por ter sofrido bullying no passado


Pub­li­ca­do em 19/06/2023 — 21:35 Por Agên­cia Brasil — Brasília

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O ati­rador que inva­diu uma esco­la estad­ual em Cam­bé (PR) e matou uma pes­soa, nes­ta segun­da-feira (19), disse à polí­cia que não con­hecia as víti­mas e que come­teu o ataque como for­ma de retal­i­ação pelo que sofreu na esco­la no pas­sa­do.

Uma estu­dante de 16 anos do Colé­gio Estad­ual Pro­fes­so­ra Hele­na Kolody foi mor­ta a tiros e out­ro aluno foi balea­do e está grave­mente feri­do. O ati­rador era ex-aluno da insti­tu­ição. Ele entrou na esco­la ale­gan­do que iria solic­i­tar o históri­co esco­lar e dis­parou con­tra os estu­dantes.

Segun­do a Polí­cia Civ­il, o ati­rador afir­mou que o obje­ti­vo era atacar jovens, pois, para ele, “estaria retal­ian­do aque­le sofri­men­to” e mágoa que guar­da­va do tem­po em que estu­dou no Hele­na Kolody.

O secretário de Segu­rança Públi­ca do Paraná, Hud­son Teix­eira, disse que, em depoi­men­to, o ati­rador con­fir­mou não ter vín­cu­lo com as víti­mas. “O que ele rela­ta é que ele não tem nen­hum vín­cu­lo com essas pes­soas que ele atingiu”, afir­mou em entre­vista à impren­sa.

Antecedente

O secretário infor­mou, na entre­vista, que o homem já tin­ha feito um ataque com faca em uma out­ra esco­la, no pas­sa­do, e foi denun­ci­a­do pelo Min­istério Públi­co. Na época, a Polí­cia Mil­i­tar foi aciona­da, mas ele fugiu.

Terceiro ataque

O tiroteio no Colé­gio Estad­ual Pro­fes­so­ra Hele­na Kolody é o mais recente de um total de três ataques com mortes con­tabi­liza­dos em esco­las brasileiras este ano. Des­de janeiro, pelo menos seis pes­soas mor­reram em razão de atos vio­len­tos prat­i­ca­dos em colé­gios no país.

Denúncias

O Disque 100 recebe denún­cias de ameaças de ataques a esco­las. As infor­mações podem ser feitas por What­sApp, pelo número (61) 99611–0100. O Min­istério da Justiça e Segu­rança Públi­ca tam­bém dis­põe de um canal para rece­ber denún­cias de vio­lên­cia esco­lar. Infor­mações sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal Esco­la Segu­ra. As infor­mações envi­adas ao canal serão man­ti­das sob sig­i­lo e não há iden­ti­fi­cação do denun­ciante.

Edição: Marce­lo Brandão

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