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Bárbara Domingos leva ouro inédito em Grand Prix de ginástica rítmica

Repro­dução: © CBG/Divulgação

Ginasta é a primeira do Brasil no pódio de uma competição deste nível


Pub­li­ca­do em 09/04/2023 — 15:55 Por Lin­coln Chaves – repórter da EBC — São Paulo

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Uma sem­ana após ser a primeira brasileira no pódio de uma eta­pa da Copa do Mun­do de ginás­ti­ca rít­mi­ca em uma dis­pu­ta indi­vid­ual, Bár­bara Domin­gos voltou a faz­er história. Neste domin­go (9), a paranaense de 23 anos venceu o Grand Prix de Thi­ais (França) na pro­va da fita. Nun­ca uma ginas­ta do país havia obti­do uma medal­ha em um even­to deste nív­el.

Babi, como é con­heci­da, rece­beu 31.100 pon­tos dos juízes pela apre­sen­tação com a fita. A hún­gara Fan­ni Pig­nicz­ki (29.250 pon­tos) e a france­sa Helène Kar­banov (29.000) com­ple­taram o pódio. Ela ain­da par­ticipou da final da pro­va da bola em Thi­ais, ter­mi­nan­do em oita­vo lugar, com 26.100 pon­tos. No indi­vid­ual ger­al, que con­sid­era a soma das notas das exibições com fita, bola, arco e maçãs, a brasileira tam­bém ficou em oita­vo, com 115.050 pon­tos. Kar­banov lev­ou o ouro (121.000) e Pig­nicz­ki o bronze (119.050), enquan­to Zohra Aghamiro­va, do Azer­bai­jão, con­quis­tou a pra­ta (119.150).

O próx­i­mo com­pro­mis­so de Bár­bara será a eta­pa de Tashkent (Uzbeq­ui­stão) da Copa do Mun­do, a par­tir de sex­ta-feira (14). Além dela, o Brasil será rep­re­sen­ta­do por Maria Eduar­da Alexan­dre, de 15 anos, que estreará em um even­to deste nív­el. As atle­tas embar­cam nes­ta segun­da-feira (10).

O momen­to do Brasil na ginás­ti­ca rít­mi­ca é históri­co. Na sem­ana pas­sa­da, Bár­bara foi a primeira atle­ta do país em um pódio de Copa do Mun­do no indi­vid­ual, com o bronze em Sofia (Bul­gária). Em março, na eta­pa de Ate­nas (Gré­cia), o quin­te­to brasileiro for­ma­do por Gio­vana Sil­va, Maria Eduar­da Araka­ki, Nicole Pír­cio, Sofia Madeira e Vic­tória Borges, foi bronze por equipes na pro­va ger­al (que con­sid­era as notas das apre­sen­tações com cin­co arcos e mista — duas bolas e três fitas), feito tam­bém inédi­to.

Rumo à Paris

O Brasil nun­ca foi ao pódio olímpi­co na ginás­ti­ca rít­mi­ca. O mel­hor desem­pen­ho indi­vid­ual foi o 23º lugar de Natália Gau­dio, nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Na dis­pu­ta por equipes, o país alcançou duas vezes a oita­va posição, nas edições de 2000, em Syd­ney (Aus­trália), e 2004, em Ate­nas.

Para garan­tir pre­sença na com­petição por equipes na Olimpía­da de Paris (França), que reunirá 14 con­jun­tos, o Brasil terá que bus­car uma das cin­co vagas em dis­pu­ta no Campe­ona­to Mundi­al da modal­i­dade, entre 23 e 27 de agos­to deste ano, em Valên­cia (Espan­ha). Caso não con­si­ga, a últi­ma chance será vencer a pro­va no Campe­ona­to Pan-Amer­i­cano, pre­vis­to para abril ou maio de 2024.

A dis­pu­ta indi­vid­ual de Paris terá 24 ginas­tas, com lim­ite de duas rep­re­sen­tantes por país. O Mundi­al de Valên­cia dis­tribuirá 14 vagas, enquan­to o Campe­ona­to Pan-Amer­i­cano pre­mi­ará a atle­ta campeã.

Edição: Denise Griesinger

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