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Ensino híbrido agrada a estudantes de universidades privadas

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.
Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Pesquisa ouviu 668 estudantes matriculados em cursos presenciais


Pub­li­ca­do em 10/08/2021 — 10:24 Por Pedro Peduzzi — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

Pesquisa encomen­da­da pela Asso­ci­ação Brasileira de Man­tene­do­ras de Ensi­no Supe­ri­or (Abmes), enti­dade que rep­re­sen­ta insti­tu­ições pri­vadas do setor de edu­cação supe­ri­or, apon­ta que a maio­r­ia de seus alunos pref­ere o retorno par­cial das aulas pres­en­ci­ais.

Feito em parce­ria com a Edu­ca Insights, o lev­an­ta­men­to Obser­vatório da Edu­cação Supe­ri­or: análise dos desafios para 2021 – 4ª edição con­sta­tou que 55% dos alunos de insti­tu­ições pri­vadas de ensi­no supe­ri­or pref­er­em o retorno das aulas pres­en­ci­ais, mas ape­nas em alguns dias da sem­ana, prin­ci­pal­mente nas dis­ci­plinas práti­cas que requerem lab­o­ratórios.

Nas demais dis­ci­plinas, eles pref­er­em que se man­ten­ha o ensi­no remo­to, em que as aulas são min­istradas no for­ma­to online. Na avali­ação da Abmes, “muitos alunos que gostaram do ensi­no híbri­do gostari­am que ele fos­se man­ti­do”, mes­mo após o fim da pan­demia.

A pesquisa entre­vis­tou, via inter­net, entre os dias 28 de jul­ho e 4 de agos­to, 668 estu­dantes matric­u­la­dos em cur­sos pres­en­ci­ais de insti­tu­ições de ensi­no supe­ri­or pri­va­do, mas que tiver­am de ir para o mod­e­lo híbri­do em decor­rên­cia da pan­demia. Dos entre­vis­ta­dos, 52% dis­ser­am que as ativi­dades em sala devem pri­orizar as aulas práti­cas, e para 38%, as dis­ci­plinas dev­e­ri­am estar no for­ma­to de ensi­no híbri­do, no qual se alter­nam aulas pres­en­ci­ais e à dis­tân­cia (online).

Con­sideran­do os estu­dantes que já se vaci­naram pelo menos com a primeira dose do imu­nizante con­tra a covid-19, 43% man­i­fes­taram que “todas as aulas podem ser escalon­adas”, enquan­to 47% dis­ser­am que “ape­nas as práti­cas devem faz­er parte do crono­gra­ma”.

Já entre os que não foram imu­niza­dos, 34% se dis­ser­am a favor de todas as aulas serem escalon­adas, com alternân­cia de aulas pres­en­ci­ais e à dis­tân­cia; e 56% se dis­ser­am a favor de ape­nas aulas práti­cas faz­erem parte do crono­gra­ma.

Benefícios

De acor­do com a Abmes, as insti­tu­ições de ensi­no supe­ri­or têm ofer­e­ci­do soluções para que os alunos con­tin­uem o cur­so de grad­u­ação, mes­mo em meio à crise econômi­ca decor­rente da pan­demia.

O lev­an­ta­men­to apon­ta que 76% dos estu­dantes “rece­ber­am algum bene­fí­cio para rema­trícu­la”, como descon­to por ante­ci­pação da semes­tral­i­dade (49%); finan­cia­men­to ou parce­la­men­to (18%); seguro edu­ca­cional (6%); e cur­so livre ou de cur­ta duração (3%).

Edição: Fer­nan­do Fra­ga

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