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Instituto busca crianças com câncer no RS para que tratamento não pare

Repro­dução: © Insti­tu­to do Câncer Infantil/Divulgação

Equipe de voluntários conseguiu contato, até agora, com 278 famílias


Publicado em 11/05/2024 — 09:46 Por Luiz Claudio Ferreira — Repórter da Agência Brasil — Brasília

Antes, aos finais de sem­ana, a roti­na da téc­ni­ca de nutrição Luciana Lom­bar­di, de 50 anos de idade, era de recreação com cri­anças em trata­men­to de câncer. Todos os dias, tam­bém, acol­hia os pequenos em cuida­dos palia­tivos em dois hos­pi­tais de Por­to Ale­gre. Hoje, após o desas­tre das enchentes no Rio Grande do Sul, o cotid­i­ano virou de bus­ca por pequenos pacientes que estão com difi­cul­dades de irem para a quimioter­apia.

Luciana Lom­bar­di é uma das vol­un­tárias do Insti­tu­to do Câncer Infan­til, em Por­to Ale­gre (RS), e tem usa­do o próprio car­ro para ir de casa em casa a fim de saber das famílias se elas pre­cisam de aju­da, aju­dar no trans­porte, para que o trata­men­to “não pare de jeito nen­hum”.

“As cri­anças e suas famílias já pas­sam por momen­tos tão del­i­ca­dos… Não quer­e­mos que nada deixe elas mais pre­ocu­padas nem com medo. Ao con­trário, o amor e a cor­agem sem­pre tomam con­ta dos nos­sos momen­tos”, emo­cio­nou-se a vol­un­tária.

Brasília (DF) 11/05/2024 - Instituto busca crianças com câncer no RS para que tratamento não pare Foto: Instituto do Câncer Infantil/Divulgação
Repro­dução: Insti­tu­to bus­ca cri­anças com câncer no RS para que trata­men­to não pare Foto: Insti­tu­to do Câncer Infantil/Divulgação

O Insti­tu­to do Câncer Infan­til é uma enti­dade filantrópi­ca, sem fins lucra­tivos, que atual­mente atende mais de 500 cri­anças de 153 municí­pios do Rio Grande do Sul. A equipe do insti­tu­to con­seguiu con­ta­to, até ago­ra, com 278 famílias para lev­an­tar a neces­si­dade de cada uma a fim de que nen­hum serviço seja inter­rompi­do.

A enti­dade ain­da não tem a quan­ti­dade de famílias que não con­seguiram voltar para o trata­men­to em função de estarem iso­ladas ou atrav­es­sarem out­ros tipos de prob­le­mas. Três cri­anças con­tin­uaram na casa do insti­tu­to em função de não haver condições de voltar para suas cidades depois da tragé­dia das cheias no esta­do.

A sede da insti­tu­ição ofer­ece abri­go durante o dia com espaço para ban­ho e ali­men­tação dos pacientes e famil­iares. “O ICI está real­izan­do o trans­porte dos pacientes que neces­si­tam de deslo­ca­men­to para ir aos hos­pi­tais para real­iza­ção de quimioter­apia e radioter­api­ar”, expli­cou a ger­ente insti­tu­cional Valéria Folet­to.

Edição: Aécio Ama­do

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