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Covid-19: metade das prefeituras aplicou a 1ª dose em 70% dos adultos

Repro­dução: © Myke Sena/MS

Pesquisa da CNM ouviu 2002 municípios


Pub­li­ca­do em 27/08/2021 — 17:29 Por Jonas Valente – Repórter Agên­cia Brasil — Brasília

Mais da metade dos 2.002 municí­pios ouvi­dos pela nova edição da pesquisa da Con­fed­er­ação Nacional dos Municí­pios (CNM) sobre a pan­demia afir­mou ter vaci­na­do com a 1ª dose mais de 70% dos habi­tantes adul­tos.

Segun­do o lev­an­ta­men­to, 294 cidades (14,5%) já imu­nizaram mais de 90% das pes­soas com mais de 18 anos, 896 (44,3%) municí­pios, de 70% a 90% da pop­u­lação, 590 (29,2%) cidades de 50% a 70% dos moradores adul­tos e 106 (5,2%) municí­pios, de 30% a 50%.

Quan­do con­sid­er­a­do o ciclo vaci­nal com­ple­to, nove municí­pios (0,4%) vaci­naram mais de 90% dos adul­tos com as duas dos­es, 70 (3,5%) cidades entre 70% e 90% da pop­u­lação e 257 (12,7%) imu­nizaram entre 50% e 70% dos habi­tantes. Pouco mais da metade dos municí­pios entre­vis­ta­dos (50,9%, 1029 cidades) vaci­nou com as duas dos­es de 30% a 50% dos adul­tos e 470 cidades (23,2%) ter­mi­naram o ciclo de 10% a 30% do públi­co-alvo.

Quarenta por cen­to das prefeituras (808) dis­ser­am ter difi­cul­dades de con­cluir o ciclo vaci­nal pelo não com­parec­i­men­to dos moradores na data defini­da. Out­ras 1.162 admin­is­trações munic­i­pais (57,5%) não relataram o prob­le­ma.

Con­sideran­do o total da amostra, 197 municí­pios (9,7%) dis­ser­am ter cri­a­do leg­is­lações para tornar a vaci­nação obri­gatória, enquan­to 1.740 (86,1%) não ado­taram medi­das para tornar o pro­ced­i­men­to com­pul­sório.

Do con­jun­to de cidades con­sul­tadas, 47 (2,3%) estão imu­nizan­do com a 1ª dose pes­soas de 30 a 34 anos, 204 (10,1%) estão na faixa etária de 25 a 29 anos, 1.553 (76,8%) estão na faixa de 18 a 24 anos e 194 (9,6%) já estão apli­can­do vaci­nas em pes­soas de 12 a 17 anos.

Segun­do o estu­do, 310 municí­pios dis­ser­am ter fica­do sem vaci­na con­tra a covid-19, o equiv­a­lente a 15,3%. Out­ros 1.656 (81,9%%) não infor­maram ter pas­sa­do pelo desabastec­i­men­to de imu­nizantes, enquan­to 56 (2,8%) não respon­der­am à per­gun­ta.

Casos e mortes

O lev­an­ta­men­to mostrou que em 629 municí­pios (31,3%) hou­ve redução do número de casos de covid-19, em 372 (18,4%) não foram reg­istra­dos novos casos, em 645 (31,9%) os casos se man­tiver­am estáveis e em 332 (16,4%) ocor­reu aumen­to. Os índices foram semel­hantes aos reg­istra­dos na edição ante­ri­or.

A CNM per­gun­tou sobre a ocor­rên­cia de mortes por covid-19. Em 1.378 (68,2%) não foram reg­istra­dos novos óbitos, em 279 (13,8%) a situ­ação se man­teve estáv­el, em 204 (10,1%) hou­ve que­da e em 119 (5,9%) foi detec­ta­do aumen­to das vidas per­di­das.

Distanciamento

Ain­da con­forme o lev­an­ta­men­to, 998 (49,4%) cidades man­têm algu­ma medi­da de dis­tan­ci­a­men­to ou restrição de horário das ativi­dades não essen­ci­ais. Out­ras 984 (48,7%%) respon­der­am não ter lança­do mão deste recur­so durante a pan­demia.

Edição: Lílian Beral­do

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