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Covid-19: Minas Gerais aumenta restrições e entra na fase roxa

Belo Horizonte
© Belo Hor­i­zonte /Marcello Casal JrAgên­cia Brasil (Repro­dução)

A medida abrande 853 municípios mineiros


Pub­li­ca­do em 17/03/2021 — 09:46 Por Karine Melo — Repórter Agên­cia Brasil — Brasília

Nes­ta quar­ta-feira (17) os 853 municí­pios mineiros entraram na onda roxa e pas­saram a ado­tar medi­das mais sev­eras para con­ter o avanço da covid-19. Em todo o esta­do, onde a situ­ação é clas­si­fi­ca­da como críti­ca pelas autori­dades, somente os serviços essen­ci­ais podem fun­cionar, a deter­mi­nação vale por 15 dias. Tam­bém pas­sam a valer medi­das de restrição de cir­cu­lação de pes­soas e toque de recol­her entre as 20 horas e as 5 horas da man­hã.

Até ago­ra, segun­do dados da Secretária de Saúde estad­ual, des­de o iní­cio da pan­demia, quase 1 mil­hão de pes­soas – 980 mil — já foram infec­tadas e mais de 20 mil pes­soas perder­am a vida por causa do novo coro­n­avírus. A expec­ta­ti­va é de que as medi­das refli­tam na procu­ra pelo sis­tema de saúde, que à beira de um colap­so, tem 83,92% dos leitos de UTI ocu­pa­dos.

Belo Horizonte

Na cap­i­tal mineira, Belo Hor­i­zonte (BH), segun­do o bole­tim epi­demi­ológi­co da Sec­re­taria Munic­i­pal de Saúde, a ocu­pação dos leitos de UTI subiu de 93,4% nes­sa segun­da-feira (15) para 94,1% nes­ta terça, um recorde. Nas últi­mas 24 horas, a cap­i­tal mineira reg­istrou 1.679 novos casos de covid-19 e chegou a 125.661 con­fir­mações para a enfer­mi­dade cau­sa­da pelo novo coro­n­avírus. No mes­mo perío­do, a cidade con­fir­mou 28 óbitos pela doença. Com isso, BH já perdeu 2.930 vidas por causa da covid-19 des­de o iní­cio da pan­demia. O doc­u­men­to ofi­cial tam­bém traz os dados de casos em acom­pan­hamen­to e recu­per­a­dos. Nes­ta terça, 6.711 pacientes infec­ta­dos seguem acom­pan­hados pelo sis­tema de saúde.

O que pode abrir

Serviços de saúde, super­me­r­ca­dos e sim­i­lares, pos­tos de com­bustív­el e dis­tribuido­ras de gás, restau­rantes em paradas de rodovia, ban­cos, indús­tria de ali­men­tos, de pro­du­tos agrí­co­las e da cadeia dos serviços essen­ci­ais, empre­sas de tele­co­mu­ni­cação e impren­sa, trans­porte de encomen­das, de pas­sageiros, restau­rantes, bares e sim­i­lares no sis­tema deliv­erypet shops e vet­er­inários, atendi­men­to em emergên­cias ambi­en­tais, serviços jurídi­cos e de con­tabil­i­dade, serviços domés­ti­cos, de cuidadores e de ter­apeu­tas, hote­lar­ia, ape­nas para fun­cionários, tra­bal­hadores dos serviços essen­ci­ais e quem dese­jar se iso­lar com sin­tomas de covid-19, trans­porte de car­gas tam­bém estão lib­er­a­dos para cir­cu­lar em qual­quer horário.

Podem funcionar até as 20h

Ofic­i­nas mecâni­cas, con­ces­sionárias e locado­ras de car­ros, con­strução civ­il, lavan­de­rias, comér­cio de equipa­men­tos de pro­teção indi­vid­ual, aulas pres­en­ci­ais do últi­mo perío­do de cur­sos de saúde.

O que fecha

Tudo o que não for con­sid­er­a­do essen­cial, como shop­pings, lojas de roupas, que não podem aten­der nem no sis­tema dri­ve thru. Bares e restau­rantes poderão aten­der por deliv­ery e reti­ra­da em bal­cão. Locais de even­tos cul­tur­ais e jogos de fute­bol tam­bém não serão per­mi­ti­dos. Tam­bém ficam fecha­dos, salas de cin­e­ma e teatros; acad­e­mias; salão de beleza e clíni­cas de estéti­ca; comér­cio vare­jista de ves­tuário, calça­dos, eletroeletrôni­cos, cama, mesa e ban­ho e pro­du­tos de armar­in­ho; esco­las e uni­ver­si­dades (públi­cas e pri­vadas); clubes soci­ais, esportivos e agremi­ações; práti­cas e com­petições esporti­vas; even­tos cul­tur­ais e de laz­er, além dos soci­ais.

Edição: Valéria Aguiar

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