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Brasileiras empreendedoras contam suas trajetórias de sucesso

Dia da Mulher
© Déb­o­ra Garofalo/ Arqui­vo Pes­soal (Repro­dução)

Elas incentivam outras mulheres a perseguir sonhos e a não desistir


Pub­li­ca­do em 08/03/2021 — 06:30 Por Mar­i­ana Tokar­nia — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

Déb­o­ra Garo­fa­lo é pro­fes­so­ra, a primeira mul­her brasileira e primeira sul-amer­i­cana a ser final­ista no Glob­al Teacher Prize, con­sid­er­a­do o Nobel da edu­cação. Anna Luisa Beser­ra criou uma empre­sa para levar água potáv­el a pop­u­lações vul­neráveis. Sil­via Lins tra­bal­hou no lança­men­to do primeiro drone 5G da Améri­ca Lati­na e aju­dou a pro­je­tar a primeira rede 5G pri­v­a­ti­va em cam­pus uni­ver­sitário no Brasil. Em meio à pan­demia do novo coro­n­avírus, Lud­my­la Oliveira rein­ven­tou os negó­cios, pro­duz­iu mais de 13 mil más­caras e ger­ou ren­da para out­ras mul­heres, que abraçaram jun­tas o pro­je­to. 

Neste Dia Inter­na­cional da Mul­her, a Agên­cia Brasil con­ver­sou com as qua­tro mul­heres. Elas têm tra­jetórias difer­entes, mas com alguns pon­tos em comum: todas tra­bal­haram muito para chegar aonde chegaram, orgul­ham-se do que fazem e incen­ti­vam out­ras mul­heres a perseguir os próprios son­hos.

Anna Luisa tin­ha 15 anos quan­do começou a desen­volver o Aqualuz, equipa­men­to que purifi­ca a água da chu­va cole­ta­da por cis­ter­nas de áreas rurais, por meio de raios solares, e tem um indi­cador que muda de cor quan­do o con­sumo é seguro. A água é desin­fe­ta­da sem o uso de sub­stân­cias noci­vas como o cloro, por exem­p­lo. O pro­je­to ren­deu à empreende­do­ra baiana o prêmio Jovens Campeões da Ter­ra, da Orga­ni­za­ção das Nações Unidas (ONU) Meio Ambi­ente.

O pro­je­to cresceu e ela hoje é fun­dado­ra e CEO (sigla em inglês para dire­to­ra exec­u­ti­va) da Safe Drink­ing Water (SDW) for All que, em tradução livre, sig­nifi­ca água potáv­el para todos. Além de con­tin­uar pro­duzin­do o Aqualuz, a empre­sa tam­bém tem pro­du­tos de sanea­men­to bási­co, alguns deles inclu­sive desen­volvi­dos em meio à pan­demia, como o Aquaplu­vi, que é uma pia híbri­da que per­mite tan­to o uso da água de chu­va quan­to do sis­tema de abastec­i­men­to local para fun­cionar. É volta­da para espaços públi­cos de alta rota­tivi­dade de pes­soas. “Um lavatório urbano de alta dura­bil­i­dade, que veio com essa pro­pos­ta de per­mi­tir que as pes­soas que estão em trân­si­to pos­sam ter um pon­to de higi­en­iza­ção”, expli­ca. “A gente con­seguiu, em tem­po recorde, desen­volver essa tec­nolo­gia e implan­tar aqui em Sal­vador”.

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A ideia do pro­je­to, chama­do Aqualuz, surgiu quan­do Anna Luisa ain­da cur­sa­va o ensi­no médio, e viu um car­taz do Prêmio Jovem Cien­tista do Con­sel­ho Nacional de Desen­volvi­men­to Cien­tí­fi­co e Tec­nológi­co (CNPq), — Divulgação/ONU (Repro­dução)

Anna Luisa con­ta que tra­bal­hou muito para con­quis­tar cred­i­bil­i­dade e que, infe­liz­mente, ser mul­her ain­da faz com que sofra pre­con­ceitos. “Eu pas­sei por algu­mas exper­iên­cias de pre­mi­ações e edi­tais nos quais eu era a úni­ca mul­her a par­tic­i­par e a úni­ca a chegar à final e estar entre os mel­hores daque­le ambi­ente. Isso sem­pre me lev­ou a esse ques­tion­a­men­to: Por que isso está acon­te­cen­do? Até falan­do por exper­iên­cia própria, na SDW a maio­r­ia da equipe é for­ma­da por mul­heres e isso nun­ca foi um critério de seleção, isso sem­pre acon­te­ceu muito nat­u­ral­mente. Nas seleções que a gente fazia, as mul­heres sem­pre se desta­cavam mais”, diz.

Ela acres­cen­ta: “Acho que ain­da exista esse pre­con­ceito de que home­ns podem ter resul­ta­dos mel­hores que mul­heres e que talvez isso cause impacto não só nes­sas seleções de edi­tais, mas nas próprias mul­heres se sen­tirem con­fi­antes em empreen­der. Acho que é algo que está tão impreg­na­do na sociedade que as próprias mul­heres acred­i­tam que elas não são capazes de empreen­der tão bem quan­to home­ns”.

Professora top

A fal­ta de con­fi­ança no próprio poten­cial pode ter lev­a­do mul­heres a não se inscreverem no prin­ci­pal prêmio de edu­cação do mun­do, o Glob­al Teacher Prize, segun­do Déb­o­ra Garo­fa­lo. No Brasil, do total de 2,2 mil­hões de pro­fes­sores que lecionam na edu­cação bási­ca, eta­pa que vai da edu­cação infan­til ao ensi­no médio, a maio­r­ia, 1,7 mil­hão, é mul­her, de acor­do com o Cen­so Esco­lar 2020. “As pro­fes­so­ras são a maio­r­ia do nos­so país. E se a gente olhar o históri­co do prêmio, lev­ou cin­co edições para que eu fos­se a primeira mul­her brasileira a chegar entre os final­is­tas. Isso mostra tam­bém que as próprias mul­heres não têm mui­ta con­fi­ança nelas para se inscr­ev­er”, diz.

Foi o pro­je­to Robóti­ca com Suca­ta, que agre­ga tec­nolo­gia a uten­sílios reci­cla­dos do lixo, que a pro­fes­so­ra desen­volveu com estu­dantes da per­ife­ria de São Paulo, que lev­ou Déb­o­ra ao pos­to de top dez pro­fes­sores do mun­do. Atual­mente, Déb­o­ra atua na Sec­re­taria de Edu­cação do Esta­do de São Paulo como coor­de­nado­ra do Cen­tro de Ino­vação. O Robóti­ca com Suca­ta tornou-se políti­ca públi­ca e foi lev­a­do para 3,5 mil­hões de estu­dantes da rede. “Isso me dá um grande orgul­ho, porque sabe­mos que a condição do pro­fes­sor muitas vezes é desre­speita­da e desval­oriza­da. Hoje, me vejo na situ­ação inver­sa, de ter sido recon­heci­da por esse tra­bal­ho e desse tra­bal­ho real­mente ter se tor­na­do uma políti­ca públi­ca”.

Assim como mil­hares de pro­fes­sores no país, ela foi pega de sur­pre­sa pela pan­demia, pela sus­pen­são das aulas pres­en­ci­ais e pela migração das ativi­dades desen­volvi­das na sala de aula para meios remo­tos. “Eu, que tra­bal­ho com tec­nolo­gia, me vi diante de uma situ­ação em que foi necessário me rein­ven­tar, do começo ao fim”.

A maior pre­ocu­pação de Déb­o­ra é com os alunos. “Os meus estu­dantes não são estu­dantes que con­seguem respeitar um iso­la­men­to social, dev­i­do às condições de mora­dia. Essas cri­anças resi­dem no meio de uma favela, as casas são de madeira, muitas vezes são de um cômo­do que abri­ga dez pes­soas em uma residên­cia. Não existe sanea­men­to bási­co, então tam­bém não existe água para que essas cri­anças pos­sam seguir com ess­es pro­to­co­los de segu­rança e dis­tan­ci­a­men­to social. Isso me faz pen­sar muito nesse papel que a esco­la tem hoje, que é essen­cial. Por isso digo que não é só um espaço de apren­diza­gem, é um espaço tam­bém de pro­teção”.

Ape­sar de todo o recon­hec­i­men­to, a pro­fes­so­ra con­ta que ser mul­her e tra­bal­har com tec­nolo­gia nem sem­pre foi fácil. “A primeira vez que meu nome apare­ceu na mídia, as pes­soas diziam ‘olha, a gente tem que enten­der que ela fez um tra­bal­ho de robóti­ca. Ah, é mul­her, então, deve ser tra­bal­ho de arte­sana­to’. Parece que o tem­po todo a gente tem que ficar provan­do algu­ma coisa para alguém”, afir­ma. “Luto para mostrar a importân­cia da inserção das tec­nolo­gias e da ino­vação nesse cenário, mostrar que as mul­heres podem seguir isso des­de a edu­cação bási­ca e que elas têm total dire­ito de levar essa car­reira adi­ante den­tro de grandes indús­trias”, acres­cen­ta.

Mulheres e tecnologia

A engen­heira de com­putação Sil­via Lins foi uma das mul­heres que lev­ou o inter­esse em tec­nolo­gia, que tin­ha des­de cedo, para a vida adul­ta. Ela é, atual­mente, pesquisado­ra da empre­sa multi­na­cional Eric­s­son. É uma das respon­sáveis pelo lança­men­to da primeira rede 5G pri­v­a­ti­va em cam­pus uni­ver­sitário brasileiro, na Uni­ver­si­dade Fed­er­al do Pará. Ela tam­bém tra­bal­hou no desen­volvi­men­to do primeiro drone 5G da Améri­ca Lati­na, entre dezem­bro de 2020 e janeiro de 2021. Ago­ra, em con­jun­to com out­ras mul­heres, desen­volve pesquisas sobre o 6G, a próx­i­ma ger­ação de tec­nolo­gia celu­lar que só dev­erá estar madu­ra daqui a dez anos.

Dia da Mulher
Dia da Mulher,Silvia Lins/Arquivo Pes­soal — Sil­via Lins/Arquivo Pes­soal (Repro­dução)

“Eu acho que parte de eu ter con­segui­do — con­sidero ter uma tra­jetória priv­i­le­gia­da de suces­so — é porque tive apoio, tive men­tores. Por ser uma mul­her padrão, uma mul­her bran­ca, não sofri nem vír­gu­la do pre­con­ceito que vi mul­heres negras e mul­heres trans sofren­do. Mas, o que notei, prin­ci­pal­mente frente a cole­gas, é ser dis­crim­i­na­da em relação à capaci­dade int­elec­tu­al, ou ser cobra­da pela aparên­cia. Você tem que ser boni­ta, senão não con­segue ter opor­tu­nidade. Ou, você não con­segue faz­er isso porque você é mul­her. Você ter­mi­na a imple­men­tação e vão checar duas vezes, porque acham que está erra­do”.

Sil­via não está soz­in­ha. Segun­do pesquisa real­iza­da pela Yoc­too, con­sul­to­ria de recru­ta­men­to e seleção espe­cial­iza­da em Tec­nolo­gia da Infor­mação (TI), 81% das mul­heres entre­vis­tadas dizem que já sofr­eram pre­con­ceito de gênero, seja na esco­la ou no ambi­ente de tra­bal­ho. Cer­ca de 43% afir­mam sofr­er pre­con­ceito na uni­ver­si­dade, já que os cur­sos são majori­tari­a­mente mas­culi­nos. No mer­ca­do de tra­bal­ho, no entan­to, para 63% é onde se sen­tem mais dis­crim­i­nadas. Para 82% delas, o maior desafio é ter que provar a própria com­petên­cia téc­ni­ca o tem­po todo. Mais da metade, 51%, dizem ter difi­cul­dade para ser respeita­da por pares, supe­ri­ores e sub­or­di­na­dos do gênero mas­culi­no.

As mul­heres tam­bém recebem menos inves­ti­men­tos. De acor­do com Sil­via, dados das orga­ni­za­ções inter­na­cionais Mass­Chal­lenge e Boston Con­sult­ing Group (BCG), mostram que star­tups — empre­sas que atu­am em ino­vação — lid­er­adas por home­ns recebem pouco mais do dobro de inves­ti­men­tos que aque­las lid­er­adas por mul­heres. Mes­mo as mul­heres provan­do que são mais lucra­ti­vas. Elas têm receitas cer­ca de 10% maiores.

As mul­heres ocu­pam tam­bém espaços rel­e­vantes e lucra­tivos como con­sum­i­do­ras. Em cin­co anos, até 2019, o número de mul­heres conec­tadas diari­a­mente à inter­net aumen­tou 11% — rep­re­sen­tan­do 91% do total hoje —, enquan­to a por­cent­agem mas­culi­na cresceu 7%, de acor­do com dados com­puta­dos pela platafor­ma de tele­com Mel­hor Plano, a par­tir da últi­ma pesquisa TIC Domicílios, pro­duzi­da pelo Cen­tro Region­al para o Desen­volvi­men­to de Estu­dos sobre a Sociedade da Infor­mação (Cetic.br).

“Se você não inclui, se não percebe as neces­si­dades desse públi­co, você perde, não só enquan­to sociedade, mas no sen­ti­do finan­ceiro. Têm livros inteiros sobre o quan­to você gan­ha ou o quan­to você deixa de gan­har se não olhar aten­ta­mente para esse públi­co. Tem mui­ta gente enga­ja­da e pre­ocu­pa­da com isso, mostran­do que a gente pode gan­har muito mais se incluir mul­heres e mino­rias como um todo. A gente perde muito se não tem diver­si­dade”, diz Sil­via.

Impacto social

Foi por causa do desem­prego da mãe, Jaci­ra Farias, que Lud­my­la jun­tou os con­hec­i­men­tos que tin­ha sobre admin­is­tração com a habil­i­dade de ambas em corte e cos­tu­ra e criou a Crioula Cria­ti­va, mar­ca de joias nat­u­rais e bol­sas arte­sanais. Até então, mãe e fil­ha, que hoje tra­bal­ham jun­tas na empre­sa que fun­daram, con­fec­cionavam bol­sas ape­nas para uso próprio.

“A Crioula nasceu em um momen­to em que eu me desco­bri uma mul­her pre­ta, esta­va em um momen­to de tran­sição capi­lar. Den­tro desse primeiro pas­so de tran­sição, desco­bri todo um uni­ver­so de mul­her pre­ta em que eu pre­cisa­va me recon­hecer, saber da onde eu ven­ho e quem são os meus. Isso é muito impor­tante quan­do a gente faz isso den­tro do ambi­ente da moda. A gente tem hoje meni­nas se iden­ti­f­i­can­do, saben­do quem são e recon­hecen­do sua beleza”, con­ta Lud­my­la.

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Lud­my­la Oliveira/ Arqui­vo Pes­soal — Lud­my­la Oliveira/ Arqui­vo Pes­soal (Repro­dução)

Com a pan­demia, vier­am novos desafios. “A gente teve que parar todo o fun­ciona­men­to do ateliê, inclu­sive as aulas de capac­i­tação na área de cos­tu­ra. Foi um momen­to de pen­sar e sen­tir a dor. A gente tem que parar de roman­ti­zar o empreende­doris­mo, achan­do que com cada desafio surge uma ideia do nada. Na ver­dade, a gente sen­ta, a gente primeiro sofre, depois cho­ra mais um pouco e, aí, vai pen­san­do ao lon­go do tem­po o que a gente pode faz­er den­tro dessa real­i­dade”.

A mar­ca se rein­ven­tou. Em parce­ria com o Ateliê Casa do Perdão, foi desen­volvi­do o pro­je­to Entre Lin­has e Cos­turas, que reto­mou as aulas na área da moda e voltou a pro­dução para más­caras de pro­teção facial, na zona oeste do Rio de Janeiro. A pro­dução foi custea­da pelo aporte finan­ceiro da Shell Ini­cia­ti­va Jovem e teve o apoio do Pro­je­to Afro Más­caras. Foram pro­duzi­das 13,5 mil más­caras, geran­do mais de R$ 38 mil de ren­da para cos­tureiras, profis­sion­ais locais e alu­nas do pro­je­to. Ao todo, o pro­je­to capac­i­tou 20 mul­heres, com aulas nos turnos da man­hã e tarde, sendo duas delas egres­sas do sis­tema pri­sion­al.

“A gente pre­cisa olhar mais para  mul­heres e mul­heres per­iféri­c­as. Com a fal­ta de emprego, há cada vez mais mães e avós em casa, que antes tra­bal­havam em casa de família, em con­fecções, atu­avam em algum tra­bal­ho infor­mal. Mul­heres que hoje não têm mais os seus empre­gos. Foi exata­mente isso que a gente fez”, diz Lud­my­la. “Já tín­hamos a intenção de impactar pes­soas, mas achá­va­mos que pre­cisa­va de muito, que pre­cisa­va crescer ain­da mais para con­seguir causar esse impacto. Então, no meio da pan­demia, a gente viu que con­seguiu”.

Perseguindo sonhos

Quan­do per­gun­tadas que men­sagem deixari­am para as próx­i­mas ger­ações, para as mul­heres que querem seguir os pas­sos delas, as respostas das qua­tro foram semel­hantes, todas acon­sel­ham a não abrir mão dos son­hos e a con­fi­ar no próprio poten­cial. “O mais impor­tante é acred­i­tar no nos­so poten­cial, sem isso a gente não chega a lugar algum. Então, acred­ite no seu poten­cial, cor­ra atrás do seu son­ho. Não deixe que ninguém diga que você não con­segue. Mostre para o mun­do que o que você quer faz­er, você é a úni­ca pes­soa que pode con­seguir”, afir­ma Anna Luisa.

Lud­my­la ressalta que a for­mação e o autocuida­do são essen­ci­ais. No ano pas­sa­do, o lev­an­ta­men­to Track­ing the Coro­n­avirus, real­iza­do pela Ipsos com entre­vis­ta­dos de 16 país­es, citou o Brasil como o país que mais sofre de ansiedade por causa do novo coro­n­avírus. As mul­heres são as mais afe­tadas: enquan­to 49% se declar­am ansiosas, 33% dos home­ns estão lidan­do com o sin­toma no momen­to. Entre as mul­heres, 33% dizem estar ten­do prob­le­mas para dormir, con­tra 19% dos home­ns. Além dis­so, 14% das mul­heres afir­mam ter sin­tomas de depressão em decor­rên­cia da pan­demia, enquan­to entre os home­ns esse índice foi 7%.

“Você pre­cisa bus­car con­hec­i­men­to. Con­hec­i­men­to é uma coisa que guardamos e com­par­til­hamos, porque é muito impor­tante faz­er isso. Se você tem von­tade, criou seu negó­cio, está com difi­cul­dade, pára, respeite, cuide-se. Não adi­anta um CNPJ rico e um CPF can­ce­la­do. Não adi­anta con­stru­ir a mel­hor empre­sa do mun­do se você não está em primeiro lugar. Se escu­tar é pri­mor­dial e acred­i­tar nos son­hos”.

Edição: Graça Adju­to

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