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Casos de SRAG tendem a crescer no DF e em 24 estados, diz Fiocruz

Repro­dução: © Eras­mo Salomão/MS

Rondônia e Espírito Santo são as exceções


Pub­li­ca­do em 25/01/2022 — 19:32 Por Viní­cius Lis­boa — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

Os casos de sín­drome res­pi­ratória agu­da grave (SRAG) ten­dem a crescer em 25 das 27 unidades fed­er­a­ti­vas brasileiras, segun­do o Bole­tim Info­gripe, divul­ga­do hoje (25) pela Fun­dação Oswal­do Cruz (Fiocruz). A tendên­cia é iden­ti­fi­ca­da tan­to nas anális­es de cur­to e de lon­go pra­zo, que con­sid­er­am as últi­mas três e seis sem­anas, respec­ti­va­mente.

As duas exceções são Rondô­nia e Espíri­to San­to, mas ape­nas o esta­do da região Sud­este não apre­sen­ta tendên­cia de cresci­men­to nem no cur­to nem no lon­go pra­zo. No caso de Rondô­nia, a avali­ação das últi­mas três sem­anas já apon­ta tendên­cia de alta nos casos de SRAG.

Quan­do a análise se con­cen­tra nas cap­i­tais, a Fiocruz obser­va que 23 das 27 apre­sen­tam tendên­cia de cresci­men­to no lon­go pra­zo. Em Por­to Vel­ho e Vitória, porém, já pode ser obser­va­do cresci­men­to na tendên­cia de cur­to pra­zo. Já em São Paulo, a tendên­cia é de esta­bil­i­dade e, em Sal­vador, de que­da.

O bole­tim lem­bra que o sinal de cresci­men­to da sín­drome res­pi­ratória agu­da grave se man­tém des­de o iní­cio de dezem­bro. Difer­ente­mente de out­ros momen­tos da pan­demia, em que o SARS-CoV­‑2 chegou a ser respon­sáv­el por mais de 90% dos casos de SRAG em que havia con­fir­mação de infecção viral, nas últi­mas qua­tro sem­anas epi­demi­ológ­i­cas, o Influen­za A chegou a respon­der por 23,4% dos casos virais de SRAG, enquan­to o coro­n­avírus foi o cau­sador de 65,2%.

Para os pesquisadores do bole­tim, hou­ve aumen­to sig­ni­fica­ti­vo de casos asso­ci­a­dos ao vírus Influen­za A (gripe) no fim de novem­bro e ao lon­go do mês de dezem­bro, inclu­sive superan­do os reg­istros de covid-19 em algu­mas destas sem­anas.

“Emb­o­ra os dados asso­ci­a­dos às últi­mas sem­anas ain­da sejam par­ci­ais, há indí­cio de que a epi­demia de Influen­za já ten­ha ini­ci­a­do o proces­so de que­da na maior parte do país, com exceção de alguns esta­dos”, infor­ma a Fiocruz.

Edição: Nádia Fran­co

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