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Sul-coreanos em SP lamentam derrota mas vibram com gols do Brasil

Repro­dução: © Rove­na Rosa/Agência Brasil

Torcedores se reuniram em um shopping no Bom Retiro


Pub­li­ca­do em 05/12/2022 — 19:48 Por Bruno Boc­chi­ni — Repórter da Agên­cia Brasil — São Paulo

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Reunidos em um shop­ping no Bom Retiro, tradi­cional bair­ro de imi­grantes na cap­i­tal paulista, sul-core­anos e descen­dentes nasci­dos no Brasil lamen­taram a der­ro­ta da Cor­eia do Sul para a seleção brasileira por 4 a 1 na tarde de hoje (5), nas oitavas de final da Copa do Mun­do de Fute­bol no Catar. A cada gol do Brasil, no entan­to, a tor­ci­da core­ana, assim como os brasileiros, tam­bém comem­o­ra­va com entu­si­as­mo.

“O que acon­tece é que os mais novos torcem mais pelo Brasil. As ger­ações mais anti­gas torcem mais pela Cor­eia. Parece que tem mais tor­ci­da brasileira do que core­ana aqui”, disse o core­ano Nino Kim, da Asso­ci­ação Fute­bol dos Core­anos no Brasil, um dos ani­madores da tor­ci­da.

“Infe­liz­mente o time do Brasil é muito forte. A gente tin­ha esper­ança que a Cor­eia virasse, mas não deu”, lamen­tou. “A par­tir de ago­ra, todo mun­do pas­sa a torcer pelo Brasil. O coração é Brasil”.

Jogo entre Brasil e Coreia do Sul pela Copa do Mundo do Catar no shopping Ksquare, no Bom Retiro.
Repro­dução: A tor­ci­da foi ani­ma­da por instru­men­tos de bate­ria típi­cos da Cor­eia  — Rove­na Rosa/Agência Brasil

Além dos gri­tos de guer­ra tradi­cionais, a tor­ci­da foi ani­ma­da por instru­men­tos de bate­ria típi­cos da Cor­eia. Nas pou­cas vezes em que o time asiáti­co ata­cou o Brasil, ban­deir­in­has da Cor­eia do Sul eram agi­tadas pelos torce­dores e pratos e bum­bos ressoavam.

Ain­da no inter­va­lo do jogo, quan­do o Brasil gan­ha­va por 4 a 0, o jovem Enzo Shoi era um dos poucos a ain­da acred­i­tar na Cor­eia e dizia ter esper­ança na vitória – o que não se con­fir­mou. “O coração está par­tido. O Brasil já está com qua­tro e não deixa a Cor­eia faz­er nada. Mas eu não vou perder a esper­ança, ten­ho sangue core­ano”, disse Shoi, de 10 anos, vestin­do o uni­forme com­ple­to da sua seleção de coração.

Dados do Con­sula­do Ger­al da Repúbli­ca da Cor­eia mostram que, em 2017, cer­ca de 50 mil sul-core­anos e descen­dentes vivi­am no Brasil. Entre as prin­ci­pais ativi­dades exe­cu­tadas aqui, está a fab­ri­cação de ves­tuário.

Edição: Fábio Mas­sal­li

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