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Petrobras monitora crise entre Rússia e Ucrânia

Repro­dução: © Fer­nan­do Frazão/Agência Brasil

Diretor vê impacto de elevação muito forte no preço do barril


Pub­li­ca­do em 24/02/2022 — 17:36 Por Alana Gan­dra — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

O dire­tor exec­u­ti­vo de Com­er­cial­iza­ção e Logís­ti­ca da Petro­bras, Cláu­dio Mas­tel­la, disse hoje (24), que a com­pan­hia está mon­i­toran­do a evolução da crise entre a Rús­sia e a Ucrâ­nia que, até o momen­to, se acha restri­ta à região. Por isso, anal­isou não ver impacto na segu­rança de atendi­men­to aos clientes no Brasil, supri­dos por refi­nar­ias no país e pela impor­tação de out­ras áreas no mun­do. 

Com relação aos preços, entre­tan­to, Mas­tel­la enx­er­ga impacto de ele­vação muito forte na volatil­i­dade dos preços no mer­ca­do. “Hoje ocor­reu um pico que ain­da não se esta­bi­li­zou”, disse. O mer­ca­do todo está obser­van­do o que está acon­te­cen­do e ten­tan­do avaliar as con­se­quên­cias da crise, a par­tir dos des­do­bra­men­tos da situ­ação na Ucrâ­nia, disse.

Rodri­go Cos­ta, dire­tor exec­u­ti­vo de Refi­no e Gás Nat­ur­al, acom­pan­hou o posi­ciona­men­to de Mas­tel­la. Ele disse que a Petro­bras está acom­pan­han­do todo o movi­men­to da nova real­i­dade de supri­men­tos de gás nat­ur­al liq­ue­feito (GNL) dos Esta­dos Unidos para Europa, África e Ásia, em razão da crise entre a  Rús­sia e a Ucrâ­nia, ten­do em vista que parcela sig­ni­fica­ti­va do gás impor­ta­do pelo Brasil vem dos Esta­dos Unidos.

Ele disse, porém, que a com­pan­hia não vê risco na movi­men­tação de car­ga para aten­der os com­pro­mis­sos con­trat­u­ais. “O que nós vemos, sim, é um impacto bas­tante sig­ni­fica­ti­vo em cus­tos, porque a gente já vê movi­men­tações de pre­ci­fi­cação de GNL voltan­do a um pata­mar de US$ 300 o bar­ril. Pata­mares extrema­mente ele­va­dos, que trazem uma onerosi­dade maior ao cus­to de rega­seifi­cação“.

Ele não vê, con­tu­do, prob­le­mas de disponi­bil­i­dade de car­ga. Com a recu­per­ação dos reser­vatórios, Cos­ta acred­i­ta que não há neces­si­dade de maior impor­tação para atendi­men­to do mer­ca­do ter­melétri­co e não ter­melétri­co no Brasil.

Edição: Fer­nan­do Fra­ga

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