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Caged: Brasil gera 184 mil novos empregos formais em março

carteira de trabalho
Repro­dução:  © Agên­cia Brasília

Acumulado do ano registra saldo positivo de 837.074 empregos


Pub­li­ca­do em 28/04/2021 — 13:35 Por Andreia Verdélio — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O Brasil ger­ou 184.140 novos pos­tos de tra­bal­ho em março deste ano, resul­ta­do de 1.608.007 admis­sões e de 1.423.867 desliga­men­tos de empre­gos com carteira assi­na­da. Os dados são do Min­istério da Econo­mia, que divul­gou hoje (28) as Estatís­ti­cas Men­sais do Emprego For­mal, o Novo Caged.

O resul­ta­do foi comem­o­ra­do pelo min­istro da Econo­mia, Paulo Guedes. Ele acred­i­ta que, com a vaci­nação da pop­u­lação con­tra covid-19, o país está retoman­do o cresci­men­to econômi­co sus­ten­táv­el, com destaque para o setor de serviços.

“Ao con­trário da primeira onda [da pan­demia de covid-19] que nos atingiu no ano pas­sa­do e destru­iu 276 mil empre­gos em março, a nos­sa reação à segun­da onda, ago­ra, foi a cri­ação de 184 mil novos empre­gos no setor for­mal. E o grande destaque é o setor que tin­ha sido mais gol­pea­do durante toda a pan­demia, o setor de serviços, com prati­ca­mente a metade, 95 mil empre­gos for­mais. O últi­mo setor da econo­mia que esta­va no chão se levan­tou”, disse, durante cole­ti­va vir­tu­al para divul­gar os dados.

O estoque de empre­gos for­mais no país, que é a quan­ti­dade total de vín­cu­los celetis­tas ativos, chegou a 40.200.042, em março, o que rep­re­sen­ta uma vari­ação de 1,46% em relação ao mês ante­ri­or.

No acu­mu­la­do de 2021, foi reg­istra­do sal­do de 837.074 empre­gos, decor­rente de 4.940.568 admis­sões e de 4.103.494 desliga­men­tos até março.

Dados isolados

No mês pas­sa­do, os dados apre­sen­tam sal­do pos­i­ti­vo no nív­el de emprego nos cin­co gru­pa­men­tos de ativi­dades econômi­cas: serviços, com a cri­ação de 95.553 pos­tos, dis­tribuí­do prin­ci­pal­mente nas ativi­dades da admin­is­tração públi­ca, defe­sa e seguri­dade social, edu­cação, saúde e serviços soci­ais; indús­tria ger­al, que criou 42.150 novos empre­gos, con­cen­tra­dos na indús­tria de trans­for­mação; con­strução, sal­do pos­i­ti­vo de 25.020 pos­tos; comér­cio, mais 17.986 pos­tos de tra­bal­ho ger­a­dos; e agri­cul­tura, pecuária, pro­dução flo­re­stal, pesca e aqui­cul­tura, que reg­istrou 3.535 novos tra­bal­hadores.

Todas as regiões do país tiver­am sal­do pos­i­ti­vo na ger­ação de emprego, sendo que hou­ve aumen­to de tra­bal­ho for­mal em 23 das 27 unidades da Fed­er­ação. Os destaques são para São Paulo com a aber­tu­ra de 50.940 pos­tos, aumen­to de 0,41%; Minas Gerais que criou 35.592 novas vagas (0,84%); e San­ta Cata­ri­na, com sal­do pos­i­ti­vo de 20.729 pos­tos (0,93%).

Os esta­dos com sal­do neg­a­ti­vo de empre­gos em março são Alagoas, que teve o fechamen­to de 8.310 pos­tos, que­da de 2,36%; Per­nam­bu­co, com sal­do neg­a­ti­vo de 2.762 pos­tos, diminuição de 0,22%; e Ceará, que encer­rou o mês pas­sa­do com menos 1.564 pos­tos de tra­bal­ho for­mal, que­da de 0,13%.

Para o con­jun­to do ter­ritório nacional, o salário médio de admis­são em março de 2021 foi de R$ 1.802,65. Com­para­do ao mês ante­ri­or, hou­ve aumen­to real de R$ 60,76 no salário médio de admis­são, uma vari­ação pos­i­ti­va de 3,49%.

As estatís­ti­cas com­ple­tas do Novo Caged estão disponíveis na pági­na do Min­istério da Econo­mia. Os dados tam­bém podem ser con­sul­ta­dos no Painel de Infor­mações do Novo Caged.

Edição: Lílian Beral­do

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