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Petrobras reajusta preços da gasolina e diesel para as distribuidoras

Repro­dução: © Fer­nan­do Frazão/Agência Brasil

Preço médio da gasolina sobe para R$ 3,86 e o do diesel, para R$ 4,51


Pub­li­ca­do em 10/03/2022 — 11:27 Por Ana Cristi­na Cam­pos — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

A Petro­bras anun­ciou hoje (10), no Rio de Janeiro, rea­justes de preços de ven­da de gasoli­na e diesel para as dis­tribuido­ras a par­tir de aman­hã (11) após 57 dias sem aumen­to. O preço médio de ven­da da gasoli­na da Petro­bras para as dis­tribuido­ras pas­sará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro.

“Con­sideran­do a mis­tu­ra obri­gatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasoli­na A para a com­posição da gasoli­na com­er­cial­iza­da nos pos­tos, a parcela da Petro­bras no preço ao con­sum­i­dor pas­sará de R$ 2,37, em média, para R$ 2,81 a cada litro ven­di­do na bom­ba. Uma vari­ação de R$ 0,44 por litro”, infor­mou o comu­ni­ca­do da empre­sa.

Para o diesel, o preço médio de ven­da da Petro­bras para as dis­tribuido­ras subirá de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro. “Con­sideran­do a mis­tu­ra obri­gatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a com­posição do diesel com­er­cial­iza­do nos pos­tos, a parcela da Petro­bras no preço ao con­sum­i­dor pas­sará de R$ 3,25, em média, para R$ 4,06 a cada litro ven­di­do na bom­ba. Uma vari­ação de R$ 0,81 por litro”, diz a nota.

Gás

Para o GLP [gás liq­ue­feito de petróleo], de acor­do com a empre­sa, o últi­mo ajuste de preços vig­or­ou a par­tir de 9 de out­ubro do ano pas­sa­do. A par­tir de aman­hã, o preço médio de ven­da do GLP da Petro­bras, para as dis­tribuido­ras, subirá de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg, equiv­a­lente a R$ 58,21 por 13kg, refletindo rea­juste médio de R$ 0,62 por kg.

“Esse movi­men­to da Petro­bras vai no mes­mo sen­ti­do de out­ros fornece­dores de com­bustíveis no Brasil que já pro­mover­am ajustes nos seus preços de ven­da”, afir­mou a com­pan­hia.
Ape­sar da dis­para­da dos preços do petróleo e seus deriva­dos em todo o mun­do, nas últi­mas sem­anas, como decor­rên­cia da guer­ra entre Rús­sia e Ucrâ­nia, a Petro­bras infor­mou que decid­iu não repas­sar a volatil­i­dade do mer­ca­do de ime­di­a­to, fazen­do mon­i­tora­men­to diário dos preços de petróleo.

“Após serem obser­va­dos preços em pata­mares con­sis­ten­te­mente ele­va­dos, tornou-se necessário que a Petro­bras pro­mo­va ajustes nos seus preços de ven­da às dis­tribuido­ras para que o mer­ca­do brasileiro con­tin­ue sendo supri­do, sem riscos de desabastec­i­men­to, pelos difer­entes atores respon­sáveis pelo atendi­men­to às diver­sas regiões brasileiras: dis­tribuidores, impor­ta­dores e out­ros pro­du­tores, além da Petro­bras”, disse o comu­ni­ca­do.

Ouça a Rádioagência Nacional

Edição: Kle­ber Sam­paio

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