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Queiroga defende distanciamento social para reduzir morte por covid-19

O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, e o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falam à imprensa no Ministério da Saúde.
© Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil (Repro­dução)

Futuro ministro participou de entrega das vacinas AstraZeneca no Rio


Pub­li­ca­do em 17/03/2021 — 15:47 Por Ana Cristi­na Cam­pos – Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

O médi­co Marce­lo Queiroga, indi­ca­do para assumir o Min­istério da Saúde, disse hoje (17) que sua gestão vai tra­bal­har para con­seguir homo­geneizar a con­du­ta assis­ten­cial no trata­men­to da covid-19 no país.

Ao par­tic­i­par ao lado do min­istro Eduar­do Pazuel­lo da cer­imô­nia de entre­ga das vaci­nas Oxford/AstraZeneca fab­ri­cadas em Bio-Man­guin­hos/­Fiocruz, no Rio de Janeiro, Queiroga defend­eu que é pre­ciso haver pro­to­co­los uni­formiza­dos de assistên­cia nas unidades de ter­apia inten­si­va (UTIs) no Brasil.

“Temos que trans­ferir as exper­tis­es dos grandes cen­tros para as unidades de ter­apia inten­si­va nas cidades que estão mais dis­tantes, nos esta­dos menores, de tal sorte a uti­lizar recur­sos de tec­nolo­gia de infor­mação e comu­ni­cação como a telemed­i­c­i­na para que a gente con­si­ga mel­ho­rar os resul­ta­dos. É pre­ciso garan­tir um atendi­men­to mais rápi­do ao paciente para evi­tar que a doença pro­gri­da”, disse Queiroga.

De acor­do com o suces­sor de Eduar­do Pazuel­lo, o país vai con­seguir reduzir as mortes provo­cadas pela covid-19 com políti­cas de dis­tan­ci­a­men­to social, que per­mi­tam diminuir a cir­cu­lação do novo coro­n­avírus, e com a mel­ho­ra da capaci­dade assis­ten­cial dos serviços hos­pi­ta­lares.

Queiroga voltou a destacar a importân­cia de a pop­u­lação aderir às medi­das de enfrenta­men­to ao novo coro­n­avírus. “Não adi­anta só o gov­er­no ficar recomen­dan­do o uso de más­caras, se as pes­soas não são capazes de aderir a esse tipo de medi­da sim­ples, que não deman­da grande esforço. O gov­er­no recomen­da, por exem­p­lo, redução de aglom­er­ações fúteis e as pes­soas ficarem fazen­do fes­tas nos finais de sem­ana, con­tribuin­do para a cir­cu­lação do vírus”, afir­mou o médi­co.

Fiocruz

Fun­dação Oswal­do Cruz (Fiocruz) entre­gou hoje ao Pro­gra­ma Nacional de Imu­niza­ções (PNI) um lote de 500 mil dos­es da vaci­na Oxford/AstraZeneca con­tra a covid-19, fab­ri­cadas em Bio-Man­guin­hos, no Rio de Janeiro. O lote foi pro­duzi­do a par­tir do Ingre­di­ente Far­ma­cêu­ti­co Ati­vo (IFA) impor­ta­do.

Mais 580 mil dos­es serão disponi­bi­lizadas até sex­ta-feira (19), total­izan­do um lote com 1,080 mil­hão de dos­es de vaci­na pro­duzi­das no Brasil.

Edição: Valéria Aguiar

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