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Ação fiscaliza vendas de ingressos para shows da cantora Taylor Swift

Repro­dução: pt.wikipedia.org/wiki

Exibições ocorrem em novembro no Rio e em São Paulo


Pub­li­ca­do em 20/06/2023 — 10:44 Por Cami­la Boehm – Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

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A Polí­cia Civ­il do Esta­do de São Paulo, jun­to ao Pro­con, real­i­zou a Oper­ação Ingres­so Limpo, nes­ta segun­da-feira (19), para com­bat­er a atu­ação de cam­bis­tas na fila de ven­das de ingres­sos para o show da can­to­ra Tay­lor Swift, no Allianz Par­que, local­iza­do na cap­i­tal paulista.

O Depar­ta­men­to de Polí­cia de Pro­teção à Cidada­nia (DPPC) abor­dou 300 pes­soas e 25 sus­peitos foram lev­a­dos à 1ª Del­e­ga­cia da Divisão de Inves­ti­gações sobre Infrações con­tra o Con­sum­i­dor (DIICC), onde foram ouvi­dos e lib­er­a­dos. Foram apreen­di­dos tam­bém 20 cartões bancários e uma maquin­in­ha. A ação con­tou com a par­tic­i­pação de 50 poli­ci­ais civis e emprego de 25 viat­uras.

O Pro­con-SP infor­mou que já está emitin­do noti­fi­cações à empre­sa orga­ni­zado­ra dos shows da can­to­ra, que serão real­iza­dos em novem­bro no Rio de Janeiro e em São Paulo. A medi­da é um dos instru­men­tos admin­is­tra­tivos quan­do os con­sum­i­dores reg­is­tram recla­mações.

A par­tir da noti­fi­cação, a empre­sa orga­ni­zado­ra tem pra­zo para apre­sen­tar expli­cações e, nos casos per­ti­nentes, ado­tar medi­das que solu­cionem os prob­le­mas apon­ta­dos, de acor­do com as regras do Códi­go de Defe­sa do Con­sum­i­dor.

“De acor­do com análise pre­lim­i­nar das recla­mações de con­sum­i­dores reg­istradas no site do órgão de defe­sa do con­sum­i­dor, os ingres­sos, cuja ven­da começou nes­ta segun­da-feira (12), teri­am se esgo­ta­do em pou­cas horas nos canais ofi­ci­ais, mas estari­am sendo anun­ci­a­dos e ven­di­dos em sites não-ofi­ci­ais a preços muito maiores”, diz nota do órgão.

O Min­istério Públi­co de São Paulo (MP) instau­rou na últi­ma quar­ta-feira (14) inquéri­to para apu­rar relatos de even­tu­ais práti­cas abu­si­vas ao con­sum­i­dor ado­tadas pela empre­sa que vende ingres­sos para shows da can­to­ra no Brasil.

De acor­do com o órgão, o pro­ced­i­men­to tem base em notí­cia de fato dan­do con­ta de que os serviços presta­dos pela com­pan­hia em relação às apre­sen­tações da artista apre­sen­tam diver­sas irreg­u­lar­i­dades con­sis­tentes em fal­has ou ausên­cia de medi­das efi­cazes para o com­bate à atu­ação de cam­bis­tas, tan­to no pon­to de ven­das físi­co quan­to no âmbito dig­i­tal. Segun­do relatos, a empre­sa per­mi­tiu o uso da tec­nolo­gia de robôs para aquisição dos ingres­sos.

“Con­s­ta ain­da, que o sis­tema de ven­da ado­ta­do pela noti­ci­a­da pos­si­bili­ta a trans­fer­ên­cia ráp­i­da e bara­ta da tit­u­lar­i­dade do ingres­so adquiri­do, o que prop­i­cia a ven­da de tick­ets em canais não ofi­ci­ais e a preços exor­bi­tantes”, diz a pro­mo­to­ra Maria Stel­la Camar­go Milani na por­taria de instau­ração. A empre­sa tem pra­zo de 15 dias para esclare­cer os fatos nar­ra­dos.

Edição: Maria Clau­dia

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