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Covid-19: aumenta circulação de subvariante Delta em Belém do Pará

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde


Pub­li­ca­do em 23/10/2021 — 17:27 Por Pedro Peduzzi — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

Uma sub­vari­ante Delta do novo coro­n­avírus, que pode não ser detec­ta­da em testes rápi­dos, tem cir­cu­la­do de for­ma cada vez mais inten­sa em Belém, no Pará. A infor­mação foi con­fir­ma­da pela Sec­re­taria Munic­i­pal de Saúde (Ses­ma), após sequen­ci­a­men­to de 16 amostras do vírus SARS-CoV­‑2 obti­das de pacientes na cap­i­tal paraense.

“Nes­sas anális­es a Ses­ma detec­tou uma uma sub­vari­ante Delta, a AY.33, cir­cu­lan­do em Belém e que pode não ser detec­ta­da por testes rápi­dos e pelos pro­to­co­los padrões de RT-qPCR”, infor­mou, em nota, a sec­re­taria.

Diante da con­statação, a prefeitu­ra local está ori­en­tan­do que qual­quer pes­soa que apre­sente sin­tomas com­patíveis com covid-19 fique em iso­la­men­to social por 14 dias. Na nota divul­ga­da pela Ses­ma, foram apre­sen­ta­dos resul­ta­dos de anális­es feitas des­de jul­ho, que rev­e­laram uma inver­são das vari­antes iden­ti­fi­cadas.

Em jul­ho e agos­to, dos 1.612 casos da covid-19 noti­fi­ca­dos em Belém, foram envi­adas, para sequen­ci­a­men­to, 72 (4%) amostras de pacientes sin­tomáti­cos que apre­sen­taram RT-qPCR pos­i­ti­vo. Dess­es casos, 84,7% de casos foram provo­ca­dos pela vari­ante Gam­ma, enquan­to os casos da vari­ante Delta rep­re­sen­taram 9,7%.

Dos 332 casos noti­fi­ca­dos em setem­bro, 24 (7%) dos pacientes sin­tomáti­cos tiver­am resul­ta­do pos­i­ti­vo no RT-qPCR. Destes, 50% foram casos provo­ca­dos pela vari­ante Delta e 50% dos pacientes havi­am sido infec­ta­dos pela vari­ante Gam­ma do vírus SARS-CoV­‑2.

Nos primeiros 20 dias do mês de out­ubro, foram noti­fi­ca­dos 152 casos. As 20 amostras genoti­padas (13%) rev­e­laram uma inver­são, com a pre­dom­inân­cia da vari­ante Delta, respon­sáv­el por 75% dos casos, enquan­to a vari­ante Gam­ma foi iden­ti­fi­ca­da em 25% das anális­es.

“Diante deste cenário, se faz a necessário que a pop­u­lação siga com as medi­das de pre­venção e con­t­role como: iso­la­men­to domi­cil­iar da pes­soa que estiv­er com sus­pei­ta ou em perío­do de trans­mis­são da doença, lavagem fre­quente das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel, além do uso obri­gatório de más­cara e man­ter o dis­tan­ci­a­men­to social”, infor­mou a Ses­ma.

Edição: Valéria Aguiar

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