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Atração turística de Petrópolis, Museu Imperial sofreu poucos danos

Repro­dução: © Tomaz Silva/Agência Brasil

Outros centros históricos da região também registraram poucos impactos


Pub­li­ca­do em 18/02/2022 — 20:32 Por Leo Rodrigues — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

Uma das prin­ci­pais atrações turís­ti­cas do cen­tro históri­co de Petrópo­lis, o Museu Impe­r­i­al sofreu poucos danos decor­rentes da forte chu­va que atingiu a cidade na tarde da últi­ma terça-feira (15). Segun­do uma nota divul­ga­da hoje (18), o palá­cio e o acer­vo foram preser­va­dos. A Casa Cláu­dio de Souza, que fun­ciona como sucur­sal em out­ra local­i­dade do cen­tro, tam­bém não sofreu danos.

“Os Jardins do Com­plexo foram afe­ta­dos, porém sem grandes pre­juí­zos ao espaço. No local, há lama na parte mais baixa e não hou­ve quedas de árvores ou das peças exter­nas, como está­tuas e postes. Todo o gra­ma­do e os can­teiros estão preser­va­dos e as equipes de jar­di­nagem, limpeza e manutenção ini­cia­rão os reparos que forem necessários”, acres­cen­ta o tex­to divul­ga­do pelo museu.

Um imóv­el sep­a­ra­do onde fun­cionam o refeitório e vestiário dos fun­cionários sofreu impactos em decor­rên­cia de um desliza­men­to. O Pavil­hão das Viat­uras, um anexo que abri­ga vagões e car­ru­a­gens do sécu­lo 19, tam­bém foi atingi­do nos fun­dos por uma bar­reira, mas as peças não sofr­eram danos.

O cen­tro foi uma das áreas da cidade mais atingi­das no tem­po­ral, que cau­sou estra­gos e desliza­men­tos de ter­ra em diver­sos bair­ros. Quan­do o vol­ume de chu­va se inten­si­fi­cou, havia cer­ca de 30 pes­soas no Museu Impe­r­i­al, entre vis­i­tantes e fun­cionários. Eles se abri­garam no local até a man­hã seguinte.

O gov­er­no do Rio de Janeiro afir­ma ter sido a pior chu­va reg­istra­da na cidade des­de 1932. Já foram con­fir­madas 136 mortes. O Cor­po de Bombeiros e a Defe­sa Civ­il munic­i­pal vem atuan­do nas bus­cas e na evac­uação das áreas de risco. Há pre­ocu­pação com novos desliza­men­tos, diante da pre­visão de mais chu­vas.

Deten­tor do prin­ci­pal acer­vo do país rel­a­ti­vo ao império brasileiro, o Museu Impe­r­i­al guar­da cer­ca de 300 mil itens muse­ológi­cos, arquiv­ís­ti­cos e bib­li­ográ­fi­cos. Além de uma exposição per­ma­nente, o local recebe con­stantes even­tos, exposições tem­porárias e pro­je­tos educa­tivos. Des­de o tem­po­ral, o espaço está fecha­do ao públi­co e ain­da não há pre­visão para reaber­tu­ra.

Out­ras atrações turís­ti­cas da cidade tam­bém foram poupadas pela chu­va e não sofr­eram grandes danos. De acor­do com o Insti­tu­to Munic­i­pal de Cul­tura (IMC), o Museu Casa de San­tos Dumont e o Museu Casa do Colono não foram afe­ta­dos.

Já o The­atro Dom Pedro, que atual­mente está em obras, e o Cen­tro Cul­tur­al Estação Nogueira, que abri­ga o Museu do Trem, reg­is­traram pon­tos de alaga­men­to, mas os acer­vos estão preser­va­dos.

Tam­bém não hou­ve grande impacto no Par­que Munic­i­pal Prefeito Paulo Rattes, no dis­tri­to de Itaipa­va, local­i­dade menos afe­ta­da pela chu­va. O espaço, no entan­to, foi fecha­do para vis­i­tantes e trans­for­ma­do em pon­to de apoio para o rece­bi­men­to de doações.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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