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CNJ promove ações para marcar Dia Nacional da Adoção

Repro­dução: © Anto­nio Cruz/Agência Brasil

Cidadãos podem participar da campanha Adotar é Amor


Pub­li­ca­do em 23/05/2022 — 07:32 Por Agên­cia Brasil — Brasília

O Con­sel­ho Nacional de Justiça (CNJ) pro­moverá ações nos próx­i­mos dias para mar­car o O Dia Nacional da Adoção, comem­o­ra­do em 25 de maio. A cam­pan­ha Ado­tar é Amor, no ar des­de 2017, pro­move uma mobi­liza­ção dig­i­tal, com o propósi­to de enga­jar os inter­nau­tas em favor da adoção. Este ano, con­tará com o apoio da Con­fed­er­ação Brasileira de Fute­bol (CBF).

Em 27 par­tidas da 7ª roda­da do Campe­ona­to Brasileiro, entre os dias 21 e 30 de maio, serão exibidas faixas da cam­pan­ha. Além dis­so, times das séries A e B devem par­tic­i­par de um twit­taço no dia 25 de maio, amplian­do o apoio para que mais cri­anças encon­trem uma família.

O CNJ disponi­bi­li­zou diver­sos con­teú­dos grá­fi­cos, capa para as redes soci­ais, mate­r­i­al para Twit­ter, Insta­gram, Face­book e Sto­ries, que pode, inclu­sive, ser usa­do por qual­quer pes­soa que queira aderir à cam­pan­ha, usan­do a hash­tag #Ado­tarÉAmor.

Em anos ante­ri­ores, a cam­pan­ha Ado­tar é Amor con­tou com o apoio e a par­tic­i­pação do Corinthi­ans e de artis­tas como Lean­dra Leal, Gio­van­na Ewbank, Taís Araújo, Pre­ta Gil, Elza Soares, Fer­nan­da Paes Leme e Daniela Mer­cury.

A data procu­ra con­sci­en­ti­zar a pop­u­lação sobre a importân­cia de ado­tar e asse­gu­rar o dire­ito de cri­anças e ado­les­centes à con­vivên­cia famil­iar. Segun­do dados do Sis­tema Nacional de Adoção e Acol­hi­men­to (SNA), do CNJ, há pouco mais de 4,1 mil cri­anças e ado­les­centes aptos para adoção. Dessas, a maior parte não está mais na faixa etária da primeira infân­cia: 3.237 têm mais de 6 anos. Ape­nas 282 são bebês, com menos de 2 anos de idade.

Dia Nacional da Adoção

No sécu­lo 16, na Europa, e no sécu­lo 18, no Brasil, exis­ti­am as chamadas rodas dos expos­tos ou rodas dos enjeita­dos – uma port­in­ho­la giratória –, onde recém-nasci­dos eram aban­don­a­dos, deix­a­dos aos cuida­dos de insti­tu­ições de cari­dade.

O aban­dono de cri­anças e o proces­so de adoção são questões soci­ais que atrav­es­sam ger­ações. Por essa razão, surgiu em 1996, no Primeiro Encon­tro Nacional de Asso­ci­ações e Gru­pos de Apoio à Adoção, a ideia de cri­ar O Dia Nacional da Adoção. Seis anos depois, a data foi ofi­cial­iza­da.

Nos últi­mos anos, o CNJ tem reg­istra­do maior número de adoções de cri­anças de “difí­cil colo­cação” – defi­cientes, com doenças, gru­pos de irmãos ou cri­anças mais vel­has. Atual­mente, cer­ca de 17% das cri­anças aptas para adoção têm prob­le­mas de saúde, 10% têm algum tipo de defi­ciên­cia, 2.207 têm um irmão ou mais. Tam­bém estão habil­i­ta­dos no SNA mais de 33,1 mil pre­tendentes.

Edição: Graça Adju­to

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