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TSE tem sistema de checagem de fake news em tempo real

Repro­dução: © Agên­cia Brasil

O recurso está na página “fato ou boato” do tribunal


Pub­li­ca­do em 29/10/2022 — 11:02 Por Agên­cia Brasil — Brasília

Ouça a matéria:

As eleições de 2022 estão sendo mar­cadas pela grande quan­ti­dade de boatos e men­ti­ras espal­ha­dos nas redes soci­ais para con­fundir o eleitor. As chamadas fake news tiver­am aparição maciça no pleito de 2018 e ago­ra con­tin­u­am dis­putan­do espaço nas redes e nos noti­ciários com fatos e notí­cias ver­dadeiras. Para aux­il­iar o eleitor na iden­ti­fi­cação do que é ver­dade ou men­ti­ra, o Tri­bunal Supe­ri­or Eleitoral (TSE) criou espaços para checagem de fatos em tem­po real.

O recur­so está na pági­na “fato ou boa­to, do TSE. Logo ao abrir a pági­na, o eleitor já encon­tra vários boatos des­men­ti­dos. Mas há tam­bém o espaço para bus­ca de algu­ma checagem especí­fi­ca. Além dis­so, o tri­bunal con­ta com o chat­bot, um assis­tente vir­tu­al da Justiça Eleitoral cri­a­do em parce­ria com o What­sApp Busi­ness. Para con­sul­tar se uma men­sagem rece­bi­da é fato ou boa­to via chat­bot, é só aces­sar o menu “Con­sul­ta de Infor­mações” e enviar o assun­to (tex­to, imagem, áudio, vídeo ou link) para rece­ber ime­di­ata­mente con­teú­dos ver­i­fi­ca­dos.

Caso o eleitor dese­je con­ver­sar com o assis­tente vir­tu­al, bas­ta adi­cionar o tele­fone +55 61 9637–1078 à sua lista de con­tatos do What­sApp ou clicar no link wa.me/556196371078. Aí é só man­dar uma men­sagem e começar a con­ver­sa.

Denúncias

Existe ain­da a pos­si­bil­i­dade de o cidadão realizar uma denún­cia de notí­cia fal­sa rece­bi­da. Caso isso ocor­ra, é pos­sív­el denun­ciar pelo Sis­tema de Aler­ta de Desin­for­mação, cri­a­do pelo TSE e em fun­ciona­men­to des­de jun­ho de 2022. Pela fer­ra­men­ta, cidadãs e cidadãos podem comu­nicar à Justiça Eleitoral o rece­bi­men­to de notí­cias fal­sas, descon­tex­tu­al­izadas ou manip­u­ladas sobre o proces­so eleitoral. Tam­bém é pos­sív­el denun­ciar números de tele­fone sus­peito de dis­paro de men­sagens em mas­sa.

Uma série de infor­mações men­tirosas – e con­sid­er­adas absur­das por mui­ta gente – já cir­cu­laram durante estas eleições com o obje­ti­vo de inter­ferir no resul­ta­do das urnas. Mes­mo assim, o TSE tem des­men­ti­do infor­mações como a de que eleitores do Espíri­to San­to não votaram ante­ci­pada­mente para o segun­do turno; que sis­tema do Tri­bunal Supe­ri­or Eleitoral não foi inva­di­do por hack­er rus­sos; e que é men­ti­ra que eleitor deve votar em deter­mi­na­do can­dida­to à Presidên­cia para val­i­dar pro­va de vida jun­to ao INSS.

“É hora de tomar bas­tante cautela antes de com­par­til­har qual­quer con­teú­do, mes­mo que acred­ite seja ver­dadeiro. As fake news estão cada vez mais sofisti­cadas e com mais poten­cial de ger­ar grandes danos, já que a dis­sem­i­nação de desin­for­mação tem impacto dire­to no ambi­ente democráti­co, aumen­tan­do a intol­erân­cia e a ani­mosi­dade entre as pes­soas”, aler­ta Vitor Mon­teiro, da Asses­so­ria Espe­cial de Enfrenta­men­to à Desin­for­mação e For­t­alec­i­men­to Insti­tu­cional do TSE.

Edição: Fer­nan­do Fra­ga

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