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CPI retira senador Luis Carlos Heinze da lista de indiciados

Repro­dução:  © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Prevaleceu o entendimento de que o senador tem imunidade parlamentar


Pub­li­ca­do em 26/10/2021 — 19:47 Por Heloisa Cristal­do — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O rela­tor da Comis­são Par­la­men­tar de Inquéri­to (CPI) da Pan­demia do Sena­do, Renan Cal­heiros (MDB-AL), retirou o nome do senador Luis Car­los Heinze (PP-RS) da lista de indi­ci­a­dos do relatório final da Comis­são, a pedi­do do senador Alessan­dro Vieira (Cidada­nia-SE).

A inclusão de Heinze na lista de indi­ci­a­dos acon­te­ceu no iní­cio da man­hã des­ta terça-feira (26). A decisão de reti­rar o nome ocor­reu após o pres­i­dente do Sena­do, Rodri­go Pacheco (DEM-MG), afir­mar por meio de nota que os senadores reavaliassem a pro­pos­ta de indi­ci­a­men­to, o que con­sider­ou um “exces­so”.

Para o senador Alessan­dro Vieira, prevale­ceu o entendi­men­to de que o senador tem imu­nidade par­la­men­tar ao se man­i­fes­tar na CPI. Durante os tra­bal­hos da CPI,  Heinze defend­eu o uso de medica­men­tos inefi­cazes para o trata­men­to da covid-19, além de divul­gar estu­dos sem base cien­tí­fi­ca.

“Peço que se retire Heinze porque man­i­festou desvar­ios usan­do a tri­buna da comis­são. Na min­ha visão, seria agra­vante. Mas me ren­do ao pres­i­dente Pacheco — imu­nidade par­la­men­tar. Faço isso por méri­to. Não se gas­ta vela boa com defun­to ruim”, afir­mou Viera.

Novos indiciamentos

Durante a apre­sen­tação dos novos pon­tos acata­dos após a leitu­ra da primeira ver­são do tex­to, na sem­ana pas­sa­da, além de Heinze, Renan Cal­heiros incluiu mais 12 nomes. A relação, que foi fecha­da com 80 pedi­dos de indi­ci­a­men­to, tem entre os nomes o do pres­i­dente Jair Bol­sonaro.

Entre as polêmi­cas dis­cu­ti­das exaus­ti­va­mente e acatadas pelo rela­tor ape­nas min­u­tos antes do iní­cio da reunião de hoje está a inclusão do gov­er­nador do Ama­zonas, Wil­son Lima (PSC), e do ex-secretário de Saúde Mar­cel­lus Cam­pê­lo, pela crise da fal­ta de oxigênio em Man­aus no iní­cio deste ano.

Edição: Bruna Saniele

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