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Ministro diz que vacinação infantil contra covid-19 será monitorada

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Primeiro lote de vacinas da Pfizer para crianças chegou hoje ao Brasil


Pub­li­ca­do em 13/01/2022 — 10:42 Por Daniel Mel­lo – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília
Atu­al­iza­do em 13/01/2022 — 12:09

O min­istro da Saúde, Marce­lo Queiroga, disse hoje (13) que a cam­pan­ha de imu­niza­ção infan­til con­tra covid-19 será mon­i­tora­da para iden­ti­ficar pos­síveis reações adver­sas às vaci­nas. No entan­to, o min­istro pon­der­ou que a vaci­na da Pfiz­er já foi apli­ca­da em mil­hões de cri­anças em out­ros país­es e não tem apre­sen­ta­do prob­le­mas.

Chegaram hoje (13) no Aero­por­to de Vira­co­pos, no inte­ri­or paulista, 1,24 mil­hão de dos­es da vaci­na con­tra a covid-19 para cri­anças do lab­o­ratório norte-amer­i­cano Pfiz­er. O car­rega­men­to é o primeiro de três lotes que devem chegar ao Brasil até o fim do mês. Até o fim de março, o gov­er­no fed­er­al espera rece­ber 20 mil­hões de dos­es de vaci­nas pediátri­c­as.

A apli­cação do imu­nizante da Pfiz­er em cri­anças de 5 a 11 anos foi autor­iza­da em dezem­bro pela Agên­cia Nacional de Vig­ilân­cia San­itária (Anvisa). O gov­er­no fed­er­al incluiu, na sem­ana pas­sa­da, o públi­co dessa faixa etária na cam­pan­ha de vaci­nação con­tra a covid-19.

Queiroga desta­cou que, ape­sar de recentes, essas vaci­nas têm sido apli­cadas nos prin­ci­pais sis­temas de saúde do mun­do. “Essa apli­cação começou no mês de novem­bro, sobre­tu­do nos Esta­dos Unidos. Mais de 8 mil­hões de dos­es foram apli­cadas nos Esta­dos Unidos, nas cri­anças de 5 a 11 anos, e não têm sido noti­fi­ca­dos even­tos adver­sos maiores. Por­tan­to, até o que sabe­mos, no momen­to, existe segu­rança ates­ta­da não só pela Anvisa, mas por out­ras agên­cias reg­u­latórias, para apli­cação dessas vaci­nas”, disse, ao rece­ber o primeiro lote de vaci­nas con­tra a covid-19 para cri­anças, no cen­tro do dis­tribuição do Min­istério da Saúde, em Guarul­hos (SP).

Variantes

Queiroga tam­bém desta­cou que a vaci­nação dos brasileiros con­tra a covid-19 deixa o país prepara­do para enfrentar a vari­ante Ômi­cron do coro­n­avírus e out­ras que pos­sam sur­gir no futuro. “País­es que estão forte­mente vaci­na­dos, como o Brasil, tem mais pos­si­bil­i­dades, de pas­sar pela vari­ante Ômi­cron e out­ras vari­antes que sur­jam desse vírus que tem uma grande capaci­dade de ger­ar mutações”, afir­mou.

Redução de mortes e internações

Queiroga desta­cou a importân­cia da vaci­nação para evi­tar inter­nações e agrava­men­to da doença. “Aque­les que se inter­nam nos hos­pi­tais e nas unidades de ter­apia inten­si­va, a grande maio­r­ia são de indi­ví­du­os não vaci­na­dos”, enfa­ti­zou. “Nós assis­ti­mos no Brasil, nos últi­mos seis meses, que­da muito sig­ni­fica­ti­va de óbitos, fru­to das políti­cas públi­cas e da cam­pan­ha de vaci­nação”, acres­cen­tou.

Por isso, o min­istro pediu para aque­les que ain­da não tomaram a segun­da dose ou a de reforço para que pro­curem os pon­tos de imu­niza­ção. “É necessário reafir­mar a ori­en­tação para aque­les que não tomaram a segun­da dose ou a dose de reforço, que pro­curem a sala de vaci­nação para com­ple­tar o esque­ma de vaci­nal”, ressaltou.

Veja transmissão da TV Brasil:

Edição: Kel­ly Oliveira

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