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Retrospectiva 2021: conheça as principais notícias de junho

Repro­dução: © Arte/Agência Brasil

Perseguição ao criminoso Lázaro Barbosa tomou conta do noticiário


Pub­li­ca­do em 25/12/2021 — 08:02 Por Agên­cia Brasil — Brasília

Parte do mês de jun­ho foi mar­ca­da por uma caça­da ao for­agi­do Lázaro Bar­bosa, que durou 20 dias. No dia 10, o crim­i­noso assas­si­nou qua­tro pes­soas da mes­ma família em uma chá­cara no Dis­tri­to Fed­er­al. Uma quin­ta víti­ma teria sido fei­ta refém em Goiás. Ele ain­da bale­ou três pes­soas no municí­pio de Cocalz­in­ho de Goiás, onde se con­cen­traram as bus­cas. Quase 300 poli­ci­ais par­tic­i­param das ações.

Repro­dução: Ser­i­al killer Lázaro Bar­bosa — Divul­gação Polí­cia Civ­il

No dia 28, o fugi­ti­vo foi balea­do durante uma tro­ca de tiros com agentes que ten­tavam cap­turá-lo em Águas Lin­das (GO).

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Covid-19 e CPI da Pandemia

No dia 16, a Agên­cia Nacional de Vig­ilân­cia San­itária (Anvisa) autor­i­zou os esta­dos do Rio Grande do Norte, de Mato Grosso, Rondô­nia, do Pará, Amapá, da Paraí­ba e de Goiás a faz­erem a impor­tação emer­gen­cial da vaci­na rus­sa Sput­nik V.

Em 26 de jun­ho, foi con­fir­ma­do o primeiro caso da vari­ante Delta no Brasil, uma mul­her grávi­da, de 42 anos. Ela tin­ha vin­do do Japão para Apu­ra­cana, no Paraná, e mor­reu em 18 de abril.

No exte­ri­or, Nova York sus­pendeu as últi­mas restrições con­tra a covid-19 depois que 70% da pop­u­lação já esta­va vaci­na­da.

O imu­nizante indi­ano Cov­ax­in con­tra a covid-19 esteve nos holo­fotes em jun­ho. Logo no iní­cio do mês, no dia 4, a vaci­na teve a sua impor­tação autor­iza­da pela Agên­cia Nacional de Vig­ilân­cia San­itária (Anvisa). A Anvisa não autor­i­zou o uso emer­gen­cial da vaci­na, ape­nas a uti­liza­ção de quan­ti­ta­tivos especí­fi­cos sob condições con­tro­ladas. Em opor­tu­nidade ante­ri­or, a agên­cia já havia nega­do o mes­mo pedi­do.

Porém, a impor­tação tomou novos rumos com a denún­cia, no dia 25,  do servi­dor do Min­istério da Saúde Luis Ricar­do Miran­da, que, em depoi­men­to à Comis­são Par­la­men­tar de Inquéri­to (CPI) da Pan­demia, no dia 25, disse ter sofri­do uma “pressão inco­mum” para finalizar os trâmites da com­pra. A denún­cia foi parar no Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al (STF) no dia 28 e teve como rela­to­ra a min­is­tra Rosa Weber.

Diante dis­so, no dia 29, o gov­er­no sus­pendeu a com­pra do imu­nizante. Segun­do o Min­istério da Saúde, a ori­en­tação foi da Con­tro­lado­ria-Ger­al da União (CGU) e nen­hum recur­so foi gas­to com a com­pra. No dia 30, a Anvisa sus­pendeu o pra­zo de avali­ação do uso emer­gen­cial da Cov­ax­in.

No dia 30, foi a vez de o empresário Car­los Wiz­ard prestar depoi­men­to à CPI. Porém, ampara­do por um habeas cor­pus do Supre­mo, o depoente se man­teve cal­a­do.

Repro­dução: Reunião da Comis­são Par­la­men­tar de Inquéri­to da Pan­demia — Pedro França/Agência Sena­do

Política

No dia 13, eleitores de Sidrolân­dia (MS), Nova Pata do Iguaçu (PR), Petrolân­dia (SC), Campestre (MG) e Espera Feliz (MG) foram às urnas para escol­her novos prefeitos, já que os eleitos em 2020 tiver­am o reg­istro de can­di­datu­ra inde­feri­do pela Justiça Eleitoral.

Na Câmara, der­ro­tas para os dep­uta­dos Flordelis (PSD-RJ) e Daniel Sil­veira (PSL-RJ). A primeira teve a cas­sação recomen­da­da pelo rela­tor de seu proces­so no Con­sel­ho de Éti­ca da Casa. Já Sil­veira, até então em prisão domi­cil­iar pela práti­ca de agressões ver­bais e ameaça aos min­istros do Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al (STF), foi nova­mente con­duzi­do ao regime fecha­do por decisão do min­istro da Corte Alexan­dre de Moraes. A decisão foi moti­va­da pelo não paga­men­to da fiança estip­u­la­da em R$ 100 mil e por vio­lações na tornozeleira eletrôni­ca.

Repro­dução: Flordelis/Daniel Sil­veira — Agên­cia Brasil/Câmara dos Dep­uta­dos

No dia 21, a Câmara aprovou, em sessão extra­ordinária, o  tex­to-base da medi­da pro­visória que pre­vê a pri­va­ti­za­ção da Eletro­bras. O rela­tor jus­ti­fi­cou a aprovação da medi­da em vir­tude da per­da da capaci­dade de inves­ti­men­tos da empre­sa. A matéria, seguiu, então, para sanção pres­i­den­cial.

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Edição: Clau­dia Fel­czak

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