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União Brasil vai abrir processo para expulsar Chiquinho Brazão

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Deputado federal foi preso suspeito de mandar matar Marielle


Publicado em 24/03/2024 — 10:59 Por Pedro Rafael Vilela* — Repórter da Agência Brasil — Brasília

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O pres­i­dente do par­tido União Basil, Anto­nio de Rue­da, pedirá à Comis­são Exec­u­ti­va Nacional da leg­en­da aber­tu­ra de proces­so dis­ci­pli­nar con­tra o dep­uta­do fed­er­al Chiquin­ho Brazão. O par­la­men­tar, eleito pelo esta­do do Rio de Janeiro, foi pre­so na man­hã deste domin­go (24) acu­sa­do de ser um dos man­dantes dos assas­si­natos de Marielle Fran­co e Ander­son Gomes, em 2018.

“Emb­o­ra fil­i­a­do ao União Brasil, o dep­uta­do fed­er­al Chiquin­ho Brazão já não man­tinha rela­ciona­men­to com o par­tido e havia pedi­do ao Tri­bunal Supe­ri­or Eleitoral autor­iza­ção para se des­fil­iar. O União Brasil reunirá a sua Comis­são Exec­u­ti­va Nacional na próx­i­ma terça-feira, dia 26 de março. O estatu­to do Par­tido pre­vê a apli­cação da sanção de expul­são com can­ce­la­men­to de fil­i­ação par­tidária de for­ma caute­lar em casos de gravi­dade e urgên­cia”, diz a nota envi­a­da à impren­sa pela asses­so­ria do par­tido.

De acor­do com fontes lig­adas à inves­ti­gação, foram pre­sos Domin­gos Brazão, atu­al con­sel­heiro do Tri­bunal de Con­tas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), o dep­uta­do fed­er­al Chiquin­ho Brazão (União Brasil-RJ), e Rival­do Bar­bosa, ex-chefe da Polí­cia Civ­il do Rio. Chiquin­ho esta­va no segun­do manda­to con­sec­u­ti­vo de dep­uta­do fed­er­al.

A prisão dos sus­peitos ocorre menos de uma sem­ana depois de o Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al (STF) homolog­ar o acor­do de delação pre­mi­a­da do ex-poli­cial mil­i­tar Ron­nie Lessa, execu­tor dos assas­si­natos. Por envolver políti­co com foro priv­i­le­gia­do, como é o caso do dep­uta­do fed­er­al Chiquin­ho Brazão, o caso pas­sou a ser con­duzi­do na Corte pelo min­istro Alexan­dre de Moraes.

Domin­gos Brazão disse, em entre­vista ao UOL em janeiro deste ano, que não con­hecia e não lem­bra­va da vereado­ra Marielle Fran­co.

Já Chiquin­ho Brazão divul­gou nota no dia 20 de março, depois que a acusação de ser o man­dante vazou na impren­sa, afir­man­do estar “sur­preen­di­do pelas espec­u­lações” e que o con­vívio com Marielle sem­pre foi “amis­toso e cor­dial”.

A reportagem ten­ta con­ta­to com as defe­sas dos acu­sa­dos pre­sos para atu­alizar as posições de cada um.

 

*Colaborou Suma­ia Vil­lela, edi­to­ra da Radioagên­cia Nacional.

Edição: Lílian Beral­do

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