...
quinta-feira ,15 janeiro 2026
Home / Justiça / Justiça condena Ronnie Lessa por destruição de provas do caso Marielle

Justiça condena Ronnie Lessa por destruição de provas do caso Marielle

guilhermecunha

Repro­dução: © Arquivo/Guilherme Cunha/Alerj

Decisão é da 19ª Vara Criminal, que também condenou mais 4 pessoas


Pub­li­ca­do em 11/07/2021 — 12:49 Por Vladimir Platonow — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

O poli­cial mil­i­tar refor­ma­do Ron­nie Lessa foi con­de­na­do por ocul­tação e destru­ição de provas no caso da morte da vereado­ra Marielle Fran­co e do motorista Ander­son Gomes. A sen­tença foi pro­feri­da pelo juiz Car­los Eduar­do Car­val­ho de Figueire­do, da 19ª Vara Crim­i­nal da Cap­i­tal do Rio de Janeiro, e divul­ga­da nesse sába­do (10).

Além de Ron­nie, foram con­de­na­dos sua mul­her, Elaine Lessa; seu cun­hado, Bruno Figueire­do; José Mar­cio Man­to­vano, con­heci­do como Bruno Gor­do; e Josi­nal­do Fre­itas, con­heci­do como Dja­ca.

Ron­nie, um dos sus­peitos de matar a vereado­ra, foi con­de­na­do a qua­tro anos e seis meses de reclusão pela ocul­tação de armas que teri­am sido uti­lizadas no crime.

Já Elaine, Bruno, José Mar­cio Man­to­vano e Josi­nal­do Fre­itas foram con­de­na­dos a qua­tro anos de reclusão pelo envolvi­men­to na oper­ação que retirou as armas da casa de Ron­nie, jogadas no mar da Bar­ra da Tiju­ca, em 2019.

Os qua­tro tiver­am as penas pri­v­a­ti­vas de liber­dade sub­sti­tuí­das por restri­ti­vas de dire­itos com prestação de serviços à comu­nidade e lim­i­tação de fim de sem­ana, sendo obri­ga­dos a per­manecer aos sába­dos e domin­gos, por cin­co horas diárias, em casa de alber­ga­do ou out­ra insti­tu­ição defini­da pela Vara de Exe­cuções Penais.

Agên­cia Brasil ain­da não con­seguiu con­ta­to com as defe­sas dos réus.

Ministério Público

Tam­bém nesse sába­do, o Min­istério Públi­co (MP) con­fir­mou a sub­sti­tu­ição de duas pro­mo­toras que atu­avam dire­ta­mente no caso Marielle. Segun­do o MP, as pro­mo­toras Simone Sibílio e Letí­cia Emile optaram por não mais atu­ar na força-tare­fa que inves­ti­ga o caso. O MP não divul­gou o moti­vo que lev­ou as pro­mo­toras a deixarem o caso.

“O Min­istério Públi­co do Esta­do do Rio de Janeiro con­fir­ma que as pro­mo­toras de Justiça Simone Sibílio e Letí­cia Emile optaram vol­un­tari­a­mente por não mais atu­ar na força-tare­fa que inves­ti­ga o caso Marielle Fran­co e Ander­son Gomes. A Procu­rado­ria-Ger­al de Justiça do MP recon­hece o empen­ho e a ded­i­cação das pro­mo­toras ao lon­go das inves­ti­gações, que não serão prej­u­di­cadas. O MP anun­cia­rá em breve os nomes dos sub­sti­tu­tos das pro­mo­toras na força-tare­fa”, diz a nota do MP.

Edição: Kel­ly Oliveira

LOGO AG BRASIL

Você pode Gostar de:

Toffoli envia material apreendido no caso Master para análise da PGR

Decisão ocorre após pedido do procurador-geral da República Pedro Rafael Vilela — Repórter da Agên­cia …

3b2c09210a068c0947d7d917357ae19d