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TSE vai acelerar combate a assédio eleitoral em empresas

Repro­dução: © Fabio Rodrigues-Pozze­bom/ Agên­cia Brasil

Coagir eleitor é crime e será combatido, diz presidente do tribunal


Pub­li­ca­do em 13/10/2022 — 14:22 Por Felipe Pontes – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília
Atu­al­iza­do em 13/10/2022 — 16:02

Ouça a matéria:

O pres­i­dente do Tri­bunal Supe­ri­or Eleitoral (TSE), min­istro Alexan­dre de Moraes, afir­mou hoje (13) que o com­bate ao assé­dio eleitoral nas empre­sas será inten­si­fi­ca­do e acel­er­a­do, diante do aumen­to de casos noti­ci­a­dos des­de o iní­cio do segun­do turno das eleições.

“Essa atu­ação será mais efe­ti­va, mais ráp­i­da, porque não é pos­sív­el que, em pleno sécu­lo 21, se pre­ten­da coa­gir o empre­ga­do em relação ao seu voto”, disse Moraes antes de encer­rar a sessão plenária do TSE, nes­ta quin­ta-feira (13).

Ele acres­cen­tou que se reunirá com o vice-procu­rador-ger­al eleitoral, Paulo Gonet, e com o procu­rador-ger­al do Tra­bal­ho, José de Lima Ramos Pereira, para alin­har for­mas mais efi­cazes de com­bate ao assé­dio eleitoral den­tro das empre­sas.

“Alguns empre­gadores [estão] coagin­do, ameaçan­do, conce­den­do bene­fí­cios para que seus fun­cionários votem em deter­mi­na­do can­dida­to”, descreveu Moraes.

O pres­i­dente do TSE con­tou que, em reunião que teve com todos os coman­dantes das polí­cias mil­itares do país, foram relata­dos casos em que empre­gadores ten­taram com­prar o próprio doc­u­men­to de iden­ti­fi­cação do eleitor para que não fos­se votar. “Isso é crime comum, isso é crime eleitoral, isso vai ser com­bat­i­do e con­tin­ua a ser com­bat­i­do”, afir­mou ele.

Matéria atu­al­iza­da às 16h02 e às 16h37 para acrésci­mo de infor­mações.

Edição: Nádia Fran­co

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